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	<title>João Bosco Leal &#187; Educação</title>
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	<description>João Bosco Leal, articulista político e palestrante sobre assuntos ligados ao agronegócio, reforma e conflitos agrários. Foi presidente do Movimento Nacional de Produtores por oito anos.</description>
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		<title>Aprender a empreender</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 08:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos de Outros Autores]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Mara Sampaio*  As escolas prepararam nossos jovens para conviver bem neste mundo atual? Estamos num contexto virtual caracterizado por incertezas e mudanças constantes, um mundo com novas pessoas, novos valores, novas formas de trabalho e relacionamento. Para lidar com o novo é necessário uma nova educação. As salas de aula atuais são lugares pouco atraentes, [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://www.joaoboscoleal.com.br/2012/02/03/aprender-a-empreender/' addthis:title='Aprender a empreender ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Mara Sampaio*</strong> </p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.joaoboscoleal.com.br/2012/02/03/aprender-a-empreender/mara-sampaio-01/" rel="attachment wp-att-86412"><img class="alignleft size-full wp-image-86412" title="Mara Sampaio 03" src="http://www.joaoboscoleal.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Mara-Sampaio-01-e1328020961616.jpg" alt="" width="131" height="150" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">As escolas prepararam nossos jovens para conviver bem neste mundo atual?</p>
<p style="text-align: justify;">Estamos num contexto virtual caracterizado por incertezas e mudanças constantes, um mundo com novas pessoas, novos valores, novas formas de trabalho e relacionamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Para lidar com o novo é necessário uma nova educação. As salas de aula atuais são lugares pouco atraentes, diferente do que acontece no mundo real.</p>
<p style="text-align: justify;">A educação escolar ainda tem o foco no ensino e não na aprendizagem. Privilegia o conhecimento do professor e não a experiência do aluno.</p>
<p style="text-align: justify;">Reforça a postura passiva e não estimula a iniciativa. Está na hora da educação fazer tudo ao contrário.</p>
<p style="text-align: justify;">Aprender é natural e prazeroso. É um processo fundamentalmente individual, cada um tem um ritmo e uma forma de aprender diferente.</p>
<p style="text-align: justify;">As pessoas são capazes de aprender sempre, aos sete e aos setenta anos. Aprender é humano, as crianças possuem uma capacidade infinita de aprendizagem, a cada minuto adquirem uma nova forma de agir com relação ao seu mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Adoram explorar o ambiente, fazer descobertas e perguntar. As perguntas são essenciais para aprender. Esta deve ser a primeira mudança que os professores podem fazer na sua sala de aula, deixar de ensinar a resposta e estimular os alunos a fazerem perguntas.</p>
<p style="text-align: justify;">A segunda é garantir a individualidade do aprendizado. Deixar a diversidade se fazer presente no ambiente escolar. Ninguém é igual a ninguém.</p>
<p style="text-align: justify;">Aprender a perguntar é o caminho poderoso para encontrar novas formas de agir, novas soluções que serão mais adequadas ao mundo atual. Cada um descobrirá sua própria resposta. O foco está na diferença.</p>
<p style="text-align: justify;">Aprender é um processo com um propósito, deve ter um significado pessoal. Só aprende quem está envolvido e comprometido.</p>
<p style="text-align: justify;">O aprender não esta só relacionado à mente, está também ligado aos sentimentos e à vontade. Aprende-se com o corpo inteiro.</p>
<p style="text-align: justify;">A escola pode ajudar os jovens a descobrir seu potencial e se preparar para um futuro incerto criando um ambiente que desenvolva suas habilidades pessoais, sua criatividade e principalmente a autoconfiança.</p>
<p style="text-align: justify;">Os professores de hoje podem não saber como será o mundo daqui a dez anos, mas podem preparar seus alunos a acreditar na suas habilidades de enfrentar os desafios e ter senso de responsabilidade com suas conquistas.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem muitos educadores inspirados que criam estratégias interessantes para romper com um modelo padronizado da sala de aula. Algumas escolas utilizam metodologias fabulosas.</p>
<p style="text-align: justify;">Apostam em professores criativos e independentes. Estimulam nos alunos a criação de projetos e metas pessoais, promovem oficinas de ideias e invenções, incentivam as atividades fora da escola como estágios e serviços comunitários, valorizam a ação e o talento.</p>
<p style="text-align: justify;">Focam no aprender a empreender por isso são diferentes. São experiências excepcionais até chamadas de &#8220;revolucionárias&#8221; por apostarem em métodos contrários ao sistema educacional vigente.</p>
<p style="text-align: justify;">Nossas escolas ainda formam a juventude para desejar um emprego público ou um cargo de executivo numa grande empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao contrário do ensino convencional que educa para a estabilidade que já não existe mais, aprender a empreender é uma forma de desconstruir as respostas prontas do presente e apostar na criatividade dos jovens em investir nos próprios empreendimentos e construir seu próprio futuro.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">*Mara Sampaio é psicóloga e especialista em cultura empreendedora</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Publicado por:  <a title="Brasil Econômico" href="http://www.brasileconomico.com.br/noticias/aprender-a-empreender_112457.html" target="_blank">Brasil Econômico</a></strong></p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://www.joaoboscoleal.com.br/2012/02/03/aprender-a-empreender/' addthis:title='Aprender a empreender ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Presidente Dilma, a senhora não tem vergonha?</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 06:00:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Bosco Leal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos do João Bosco]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento Humano]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicações]]></category>
		<category><![CDATA[Corrupção]]></category>
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		<category><![CDATA[Transporte]]></category>

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		<description><![CDATA[João Bosco Leal Sim &#8220;Presidente&#8221;! Uso esta palavra porque estudei em ótimas escolas públicas, que já não existem mais, e nelas, como todos aprendíamos, independentemente do sexo de quem o exercia, essa é a palavra certa para esse cargo, apesar da senhora ter tentado, no início de seu governo, por mero capricho, ser chamada de [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://www.joaoboscoleal.com.br/2012/02/03/presidente-dilma-a-senhora-nao-tem-vergonha/' addthis:title='Presidente Dilma, a senhora não tem vergonha? ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>João Bosco Leal</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.joaoboscoleal.com.br/2012/02/03/presidente-dilma-a-senhora-nao-tem-vergonha/dilma-e-raul-castro-01/" rel="attachment wp-att-86566"><img class="alignleft  wp-image-86566" title="Dilma e Raúl Castro 01" src="http://www.joaoboscoleal.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Dilma-e-Raúl-Castro-01.bmp" alt="" width="280" height="217" /></a>Sim &#8220;Presidente&#8221;! Uso esta palavra porque estudei em ótimas escolas públicas, que já não existem mais, e nelas, como todos aprendíamos, independentemente do sexo de quem o exercia, essa é a palavra certa para esse cargo, apesar da senhora ter tentado, no início de seu governo, por mero capricho, ser chamada de Presidenta.</p>
<p style="text-align: justify;">Os puxa-sacos de plantão &#8211; apesar de saberem que a palavra presidente é um substantivo de dois gêneros, válida tanto para o masculino quanto para o feminino &#8211; até tentaram ajudá-la a mudar a nossa língua, mas não conseguiram, pelo menos não na prática, pois, por coerência, teríamos que começar a chamar uma pedinte de pedinta e assim por diante. Mas os novos &#8220;doutores&#8221;, Presidente, estão saindo das centenas de universidades particulares sem sequer saberem conjugar corretamente os verbos empregados no seu teste para o primeiro emprego.</p>
<p style="text-align: justify;">Nunca votei e jamais votarei em alguém do seu partido político e menos ainda em uma pessoa com o seu passado, pois as ideias defendidas por seus &#8220;companheiros&#8221; já foram desmoralizadas em todo o mundo, inclusive pelo ditador e assassino Fidel Castro, de Cuba, onde a senhora esteve agora. As ditaduras de esquerda só destruíram países e populações, com a ideia utópica de estatização geral e de que o Estado supriria a todos igualitariamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas este não é o tema central que pretendo abordar aqui. O meu questionamento refere-se ao fato amplamente noticiado de que em sua viagem a Cuba, o Brasil emprestou dinheiro àquele país.</p>
<p style="text-align: justify;">Em sua volta não deve ter sentido nenhum problema de aterrissagem com seu avião, pois como Presidente teve o espaço aéreo temporariamente bloqueado para que o fizesse sem demora ou riscos. Mas não foi o que ocorreu com os outros brasileiros que naquele momento estavam voando com o mesmo destino e que por incapacidade do aeroporto já estavam circulando sobre a cidade esperando sua vez de aterrissar.</p>
<p style="text-align: justify;">Já em nosso solo, mudou de aeronave e, de helicóptero, dirigiu-se tranquilamente à sua residência oficial, pois, caso contrário, teria sentido na pele o que é transitar pelas ruas e estradas brasileiras, todas esburacadas ou repletas de remendos de péssima qualidade, pois a diferença de dinheiro entre o bom e o mau produto teve de ser repassada aos corruptos de seu governo.</p>
<p style="text-align: justify;">No período noturno, quando todos deveriam descansar, teria passado defronte a um posto de atendimento ou a um hospital conveniado do SUS, e visto filas enormes, com mães segurando filhos doentes no colo, esperando o dia amanhecer para, se tiverem muita sorte, conseguirem pegar senhas para serem atendidas naquele dia. Saberia, pela imprensa, que alguns morreram nessas filas, sem sequer chegarem a ser atendidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Determine, senhora Presidente, que lhe seja reservado, em rede nacional, um horário nobre da televisão brasileira, para que explique aos brasileiros que pessoas diagnosticadas com doenças graves esperam meses na fila para serem operadas porque o país não possui recursos suficientes para suprir sua população com o atendimento médico necessário, mas pode oferecer dinheiro emprestado ao Mercado Comum Europeu para sanar suas dívidas e emprestar dinheiro para Cuba.</p>
<p style="text-align: justify;">Explique aos brasileiros, Presidente Dilma, porque todos os anos brasileiros morrem soterrados nas encostas dos morros em diversos estados, porque o governo não possui dinheiro suficiente para lhes financiar, com juros subsidiados, moradias dignas, construídas em locais seguros.</p>
<p style="text-align: justify;">Que a educação brasileira é de péssimo nível porque o país não possui verbas suficientes para preparar melhor os professores e lhes pagar salários dignos, de quem tem a responsabilidade de ensinar aos que serão o futuro do país, mas pode construir uma embaixada brasileira em Tuvalu e perdoar dívidas de países africanos em troca de votos para conseguir um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU como queria seu antecessor.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Explique coisas simples assim à população brasileira, Presidente Dilma, ou a senhora tem vergonha?</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Publicado por: <a title="A Crítica" href="http://www.acritica.net/index.php?conteudo=Opinoes_dos_Leitores&amp;id=491" target="_blank">A Crítica</a> ; <a title="Blog do Meireles" href="http://blogdomeireles.com.br/?p=24076" target="_blank">Blog do Meireles</a> ; <a title="Central Blogs" href="http://pessoal.centralblogs.com.br/post.php?href=presidente+dilma+a+senhora+nao+tem+vergonha&amp;KEYWORD=33156&amp;POST=3958880" target="_blank">Central Blogs</a> ; <a title="Dourados News" href="http://douradosnews.com.br/especiais/opiniao/presidente-dilma-a-senhora-nao-tem-vergonha-por-joao-bosco-leal" target="_blank">Dourados News</a> ; <a title="Eduardo Homem de Carvalho" href="http://eduardohomemdecarvalho.blogspot.com/2012/02/presidente-dilma-senhora-nao-tem.html" target="_blank">Eduardo Homem de Carvalho</a> ; <a title="Jornal Bandeirantes News" href="http://bandeirantesnews.blogspot.com/2012/02/presidente-dilma-senhora-nao-tem.html" target="_blank">Jornal Bandeirantes News</a> ; <a title="Libertatum" href="http://libertatum.blogspot.com/2012/02/presidente-dilma-senhora-nao-tem.html" target="_blank">Libertatum</a> ; <a title="Nikyin" href="http://nikyin.blogspot.com/2012/02/presidente-dilma-senhora-nao-tem.html" target="_blank">Nikyin</a> ; <a title="O Cão Que Fuma" href="http://www.ocaoquefuma.com/2012/02/presidente-dilma-senhora-nao-tem.html" target="_blank">O Cão Que Fuma</a> ; <a title="Pedro da Veiga" href="http://pedrodaveiga.blogspot.com/2012/02/presidente-dilma-senhora-nao-tem.html" target="_blank">Pedro da Veiga</a> ;  <a title="Políticos, Partidos Políticos e Ideologias" href="http://politicospartidoseideologia.blogspot.com/2012/02/presidente-dilma-senhora-nao-tem.html" target="_blank">Políticos, Partidos Políticos e Ideologias</a> ; <a title="Prosa &amp; Política" href="http://prosaepolitica.com.br/2012/02/03/joao-bosco-leal-presidente-dilma-a-senhora-nao-tem-vergonha/" target="_blank">Prosa &amp; Política</a> ;  <a title="Saboeiro Existe" href="http://saboeiroexiste.blogspot.com/2012/02/presidente-dilma-senhora-nao-tem.html" target="_blank">Saboeiro Existe</a> ; <a title="Terra Viva" href="http://ebarross.blogspot.com/2012/02/presidente-dilma-senhora-nao-tem.html" target="_blank">Terra Viva</a> ; <a title="Toninho Carlos" href="http://jorantoniocarlosribeiro.blogspot.com/2012/02/presidente-dilma-senhora-nao-tem.html#!/2012/02/presidente-dilma-senhora-nao-tem.html" target="_blank">Toninho Carlos</a> ;  <a title="Tribuna do Povo" href="http://www.tribunadopovo.com/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=2750:dilma-o-governo-da-utopia&amp;catid=301:joao-bosco-leal&amp;Itemid=550" target="_blank">Tribuna do Povo</a> ; <a title="Tudo do MS" href="http://www.tudodoms.com.br/noticia/geral/25,20874,presidente-dilma-a-senhora-nao-tem-vergonha" target="_blank">Tudo do MS</a> ; <a title="Web 10" href="http://www.web10.net.br/index.php/artigos-e-opinioes/99166-presidente-dilma-a-senhora-nao-tem-vergonha" target="_blank">Web 10</a> ;</strong></p>
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		<title>Classe média, valores e política</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 08:04:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Denis Rosenfield* Há um evidente descompasso entre a realidade socioeconômica do País, com o aparecimento de novos valores, e os partidos políticos, presos a concepções ultrapassadas ou a práticas carentes de qualquer princípio. Acrescente-se ao contexto vigente a inteligência do governo em levar adiante uma política de tornar o Brasil um país de classe média, [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://www.joaoboscoleal.com.br/2012/01/31/classe-media-valores-e-politica/' addthis:title='Classe média, valores e política ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Denis Rosenfield*</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.joaoboscoleal.com.br/2012/01/31/classe-media-valores-e-politica/dilma-sombra/" rel="attachment wp-att-85804"><img class="alignleft size-full wp-image-85804" title="Dilma Sombra" src="http://www.joaoboscoleal.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Dilma-Sombra.jpg" alt="" width="290" height="193" /></a>Há um evidente descompasso entre a realidade socioeconômica do País, com o aparecimento de novos valores, e os partidos políticos, presos a concepções ultrapassadas ou a práticas carentes de qualquer princípio. Acrescente-se ao contexto vigente a inteligência do governo em levar adiante uma política de tornar o Brasil um país de classe média, para que se tenha uma visão mais abrangente do quadro social e político que se delineia. </p>
<p style="text-align: justify;">As transformações sociais e econômicas dos últimos anos, fazendo emergir uma nova classe média, com novos valores e aspirações, estão mudando o cenário nacional. </p>
<p style="text-align: justify;">A dita classe C emergente já não é mais a clientela do bolsa-família que vive de benesses e dons do Estado, mas um grupo social que vive do seu trabalho, esforço, baseado em sua liberdade de escolha e no mérito daquilo que faz. Aspira a ter um maior espaço próprio de decisão, procurando progredir na vida e fornecer aos seus um padrão mais digno de vida. </p>
<p style="text-align: justify;">Isto implica aspirações como moradia própria, um carro, eletrodomésticos, mas, também, progressivamente, viagens turísticas, internet, computadores, aparelhos celulares, inclusive smartphones, IPad, entre outros. </p>
<p style="text-align: justify;">Uma pessoa que começa a ascender socialmente busca igualmente serviços de outro tipo como educação e planos de saúde particulares. Almejam formar os seus filhos, não mais em escolas públicas de baixa qualidade, mas em escolas particulares de qualidade que lhes reservem um futuro mais promissor. </p>
<p style="text-align: justify;">As filas do SUS querem ver pelo espelho, como um passado ao que não planejam retornar. </p>
<p style="text-align: justify;">Os valores que traduzem essa nova situação social já não são mais os que se veiculam a uma dependência do Estado. Posicionam-se contra a carga tributária, pois essa lhes retira recursos que poderiam ser mais bem aproveitados por eles mesmos. Valores que passam, então, a ser mais prezados são a liberdade de escolha, o direito de propriedade, o mérito, a autonomia e a recompensa do esforço próprio. São muito menos afeitos aos valores da dependência, da subordinação e do clientelismo, como esses emergem em um programa como o bolsa-família. </p>
<p style="text-align: justify;">O governo Dilma está perfeitamente ciente dessa situação, o que se traduz pela formulação da presidente da República de que tem como objetivo fazer do Brasil um país de &#8220;classe média&#8221;. O seu discurso já não é mais o lulopetista dos &#8220;trabalhadores contra as elites&#8221;, dos oprimidos contra os opressores, dos pobres contra os ricos, em uma reprodução, empobrecida, do discurso e da concepção marxista da luta de classes. Há uma mudança de concepção propriamente dita, voltada para essa &#8220;nova classe média&#8221; e, logo, para os seus valores. </p>
<p style="text-align: justify;">Uma nova classe média veicula, por exemplo, no que diz respeito a valores, uma concepção tradicional da família, assim como uma valorização da religião em seus moldes clássicos, desvinculada das tendências esquerdizantes ainda em voga na Teologia da libertação e nas pastorais da Igreja Católica. </p>
<p style="text-align: justify;">Preza igualmente a segurança física e a jurídica, lutando pela preservação de sua integridade física e de seus bens, manifestando pouquíssima tolerância para com a criminalidade, sendo, na verdade, uma de suas primeiras vítimas. </p>
<p style="text-align: justify;">Note-se que o governo Dilma, nesse quesito, está se distanciando bastante do governo de seu predecessor, que tinha como foco a clientela do bolsa-família e dos &#8220;deserdados&#8221;, não perdendo a ocasião em estigmatizar as elites, com as quais, fora do palanque, se compunha perfeitamente. Quisera aqui ressaltar uma mudança de concepção e de valores em curso entre os dois governos, a criatura não seguindo o criador. </p>
<p style="text-align: justify;">Se o ex-presidente Lula mantinha um discurso, divorciado, aliás, de seu &#8220;neoliberalismo&#8221; na condução da política macroeconômica, esquerdista, alicerçado na história e tradição de seu partido, tal não é o caso da presidente Dilma. Se tivesse de usar um linguajar marxista diria que o governo petista é cada vez mais &#8220;pequeno burguês&#8221; e menos &#8220;revolucionário&#8221;. </p>
<p style="text-align: justify;">O PT defronta-se com um dilema. Doutrinariamente, representa-se ainda como um partido socialista, fazendo abundante uso de conceitos marxistas. </p>
<p style="text-align: justify;">Nos últimos anos, apesar de seus sucessivos governos, não produziu nenhuma revisão doutrinária. Convém aqui observar que não se trata, apenas, de um problema de pragmatismo, embora também o seja, mas um problema de concepção que envolve valores. Na verdade, o governo petista é &#8220;pequeno burguês&#8221;, convivendo esquizofrenicamente com uma ideologia &#8220;revolucionária&#8221;. </p>
<p style="text-align: justify;">Pelo andar da carruagem, o governo Dilma está não só pragmaticamente enfrentando esse dilema, adotando equacionamentos técnicos dos problemas, mas segundo uma linha de valorização da classe média, devendo se adequar aos seus valores e aspirações. Acrescentará ao eleitorado já cativo do bolsa-família, o novo da nova classe média. </p>
<p style="text-align: justify;">Note-se que o prestígio pessoal da presidente Dilma e de seu governo está se deslocando, consoante com essa situação, para as regiões Sudeste e Sul. Um quadro desse tipo se traduzirá muito provavelmente por condições muito boas de reeleição quando do pleito de 2014. </p>
<p style="text-align: justify;">Os setores mais radicais do partido, queiram ou não, deverão se adequar cada vez mais a essa situação, sendo obrigados a abandonar suas bandeiras mais tradicionais, inclusive via distanciamento de movimentos sociais. O ganho, no entanto, será grande, traduzindo-se pelo crescimento partidário e por posições cada vez mais importantes de apropriação do aparelho estatal. </p>
<p style="text-align: justify;">A questão mais importante, principalmente para os partidos de oposição, consiste em como dar resposta tanto ao governo Dilma como às aspirações e valores de uma nova classe média. </p>
<p style="text-align: justify;">Poder-se-ia mesmo dizer que esses novos valores, ao se afastarem dos valores tradicionais petistas, criariam uma situação política propícia a esses partidos, não fosse o fato de o governo Dilma já</p>
<p style="text-align: justify;">ter se adiantado, vindo a encarnar esses valores. Acrescente-se, ainda, a incapacidade das oposições em se posicionaram, continuando presas a esquemas que não expressam essa nova configuração econômica, política, social e, sobretudo, ética, relativa aos valores. </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">*Denis Lerrer Rosenfield é professor de Filosofia na UFRS</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Publicado por:  <a title="Diário do Comércio" href="http://www.dcomercio.com.br/index.php/opiniao/sub-menu-opiniao/81130-classe-media-valores-e-politica" target="_blank">Diário do Comércio</a></strong></p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://www.joaoboscoleal.com.br/2012/01/31/classe-media-valores-e-politica/' addthis:title='Classe média, valores e política ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Os falsários</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 08:02:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Maria Lucia Victor Barbosa Num cacoete stalinista para manter a fachada de esquerda, os petistas se tornaram falsários praticantes. Em dossiês visando acabar com a reputação de adversários, a intriga e a mentira se tornaram suas armas prediletas, em que pese não terem dado nenhum resultado. Os responsáveis pelos falsos documentos são figuras importantes da [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://www.joaoboscoleal.com.br/2012/01/31/os-falsarios/' addthis:title='Os falsários ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Maria Lucia Victor Barbosa</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.joaoboscoleal.com.br/2012/01/31/os-falsarios/maria-lucia-victor-barbosa-01/" rel="attachment wp-att-86302"><img class="alignleft size-full wp-image-86302" title="Maria Lúcia Victor Barbosa 01" src="http://www.joaoboscoleal.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Maria-Lúcia-Victor-Barbosa-01.bmp" alt="" /></a>Num cacoete stalinista para manter a fachada de esquerda, os petistas se tornaram falsários praticantes. Em dossiês visando acabar com a reputação de adversários, a intriga e a mentira se tornaram suas armas prediletas, em que pese não terem dado nenhum resultado. Os responsáveis pelos falsos documentos são figuras importantes da República Sindicalista, amigos íntimos do ex-presidente, Lula da Silva, ou da atual presidente, Dilma Rousseff. Nada lhes aconteceu e continuam tranquilamente desfrutando as delícias do poder em altos cargos, uma vez que o PT paira acima da lei.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro ano de Dilma Rousseff, na verdade uma continuidade do governo Lula da Silva, foi um vazio de promessas de campanha não cumpridas e de novas promessas que dificilmente se concretizarão. Em 2011, a única coisa que aconteceu por obra de parte da imprensa foi a queda de sete ministros, sendo que seis foram acusados de corrupção. De fato, deveriam cair não sete, mas doze ministros, pois sobre mais cinco foram levantados pela imprensa fortes indícios de corrupção. Entretanto, os cinco devem ser mais companheiros que os outros, pois permaneceram firmes e fortes em seus cargos. Que farsa!</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar do aumento da inflação e da inadimplência, recente pesquisa Datafolha mostra que 59% dos brasileiros consideram a gestão Rousseff ótima ou boa, um recorde com relação aos presidentes anteriores e ao próprio Lula. Nosso povo está cada vez mais otimista no tocante ao futuro e enquanto der para comprar a felicidade em suaves e longas prestações em lojas de departamentos, aumentarem as bolsas esmola e os lucros dos companheiros do andar de cima, a aprovação da presidente tende a aumentar. Afinal, a farsa que induz à crença na ilusão é necessária ao psiquismo coletivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Na esteira de farsas e fraudes começam a despontar os candidatos às prefeituras nesse ano eleitoral. Lula da Silva, certamente entusiasmado com o êxito de sua afilhada política e desejando dominar politicamente São Paulo, impôs ao seu partido a candidatura do ministro da Educação, Fernando Haddad, à prefeitura. Como ministro da Educação Haddad foi reprovado no Enem, pois não acertou nenhum. Adotou um livro que ensina crianças a falarem errado, porque “pobres falam e escrevem errado”. Ninguém objetou que falar e escrever errado em concursos para obter melhores empregos prejudica tanto pobres quanto ricos, ou seja, Haddad instalou no Brasil a democracia do atraso onde todos são iguais na ignorância. Outro livro adotado no seu ministério ensinou que 10-7=4. Algo inédito no mundo inteiro. O Brasil é o máximo, mudou até a matemática. Outra façanha do candidato de Lula da Silva, mas que acabou não se realizando por conta da interferência de deputados evangélicos foi o chamado “kit Gay”, que em nome de acabar com o preconceito contra homossexuais influenciava a opção sexual de crianças desde a mais tenra idade numa clara e abusiva interferência estatal sobre a liberdade individual.</p>
<p style="text-align: justify;">Com relação aos direitos humanos somos campões da farsa, pois o governo petista defende e abriga assassinos e terroristas do quilate de Cesare Battisti e de membros das FARC, sem falar nos apaniguados de Mahmoud Ahmadinejad que vivem sem problemas entre nós, como já foi ventilado pela imprensa.</p>
<p style="text-align: justify;">Ahmadinejad esteve recentemente em países latino-americanos em busca de apoio político e econômico diante das sanções norte-americanas e européias. Na Venezuela, o boquirroto e megalômano Hugo Chávez mencionou bombas e mísseis, contra os Estados Unidos, naturalmente. Ahmadinejad retrucou que “o combustível dessas bombas é o amor”. Piada tão ridícula quanto a teoria conspiratória de Chávez que atribuiu aos norte-americanos seu câncer e o de outros companheiros. Não mencionou que os imperialistas falharam miseravelmente no caso de Cristina Kirchner.</p>
<p style="text-align: justify;">Ahmadinejad desta vez não veio ao Brasil abraçar o querido companheiro, Lula da Silva, mas nosso embaixador em Teerã, Antonio Salgado, defendeu o iraniano dizendo que aquela sua famosa e abjeta frase, “varrer Israel do mapa”, tantas vezes pronunciada, foi mal compreendida. Entretanto, a intenção de tal varredura pode não ser retórica, visto que o material produzido em bunker no Irã pode se tornar material físsil para ogivas.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 23 de fevereiro de 2010, um Lula eufórico e sorridente caiu nos braços dos irmãos Castro, enquanto esfriava no caixão o corpo de Orlando Zapata Tamayo. Este morreu depois de ter sido torturado nas masmorras cubanas e enfrentado uma greve de fome. Tamayo pedia condições mais humanas para os demais encarcerados e liberdade para seu país.</p>
<p style="text-align: justify;">Dilma Rousseff irá à Cuba no próximo dia 31. Dia 19 morreu Wilman Villar, que protestava com greve de fome contra a violação dos direitos humanos em Cuba. Não era um bandido, como se referiu Lula com relação aos presos políticos cubanos que fazem greve de fome, mas outro mártir e herói que deu a vida pela liberdade.</p>
<p style="text-align: justify;">Rousseff, a exemplo de seu mestre em política, em breve estará em Cuba para abraçar e beijar o sanguinário déspota, Fidel Castro. Decididamente, direitos humanos à moda petista não passam de uma grande farsa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Publicado por:  <a title="Ucho.info" href="http://ucho.info/os-falsarios" target="_blank">Ucho.info</a></strong></p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://www.joaoboscoleal.com.br/2012/01/31/os-falsarios/' addthis:title='Os falsários ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>O jeitinho que mata</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 08:01:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[  Luís Henrique Neves Gonzaga Marques* Malgrado o tema esteja sempre presente no nosso cotidiano, escrever sobre propina, parcialidade, enriquecimento ilícito, favorecimento, nepotismo, ou qualquer outro tipo de improbidade, se tornou clichê. A previsibilidade é a alma da monotonia. A repetição de acontecimentos pútridos não surpreende como antes. Ninguém quer ler, escutar ou ver o [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://www.joaoboscoleal.com.br/2012/01/31/o-jeitinho-que-mata/' addthis:title='O jeitinho que mata ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Luís Henrique Neves Gonzaga Marques*</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.joaoboscoleal.com.br/2012/01/31/o-jeitinho-que-mata/corrupcao-02-3/" rel="attachment wp-att-86297"><img class="alignleft size-full wp-image-86297" title="Corrupção 02" src="http://www.joaoboscoleal.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Corrupção-02.jpg" alt="" width="252" height="200" /></a>Malgrado o tema esteja sempre presente no nosso cotidiano, escrever sobre propina, parcialidade, enriquecimento ilícito, favorecimento, nepotismo, ou qualquer outro tipo de improbidade, se tornou clichê. A previsibilidade é a alma da monotonia. A repetição de acontecimentos pútridos não surpreende como antes. Ninguém quer ler, escutar ou ver o que está acontecendo.</p>
<p style="text-align: justify;">É certo que nas próximas semanas algo desprezível acontecerá e tomará conta dos noticiários. É tão certo quanto ganhar presentes no natal e ovos de chocolate na páscoa. Passa ano, entra ano e o Brasil inteiro sabe o que vai acontecer. De um lado, deslizamentos de terra, enchentes e dengue. Do outro, sede, fome e prejuízos agrícolas incalculáveis. Períodos avassaladores de chuva e estiagem já fixaram residência no país. E ninguém os incomoda. São invioláveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes, o cenário era totalmente preenchido por desvios inescrupulosos de dinheiro público, destinados à prevenção e à repressão de tragédias causadas pela força da natureza. Agora, há autoridades estatais distribuindo desproporcionalmente as verbas oriundas do sacrifício diário do povo brasileiro, privilegiando seus estados de origens da mesma forma que privilegiam amigos e parentes na máquina pública. Nunca antes na história desse país, os políticos foram tão egoístas. São eles os verdadeiros culpados por tantas mortes nos mais diversos cantos da nação. É um mar de imoralidades. Os pilares do estado estão oxidando. As políticas públicas brasileiras, alicerces da ordem e do progresso, estão desmoronando.</p>
<p style="text-align: justify;">É o &#8220;jeitinho brasileiro&#8221; matando e fazendo o povo sofrer. Não há nada mais desprezível na cultura brasileira do que esse hábito malandro que permeia todas as classes sociais. É a fonte do câncer. É a raiz de todos os problemas. O povo faz seu próprio gargalo. Até em típicas brincadeiras infantis como o &#8220;esconde-esconde&#8221; a índole trapaceadora se faz presente. Quantas crianças não aprendem desde a mais tenra idade a pular os números enquanto contam? Exemplo bobo, mas de extrema utilidade para explicar o funcionamento das engrenagens da corrupção.</p>
<p style="text-align: justify;">Não adianta formar equipes brilhantes de economistas, realizar reparos substanciais em leis, fiscalizar detidamente os gastos e perseguir metas inflacionárias enquanto a sangria política e social continua manchando e despigmentando nossas vitórias. É como enxugar gelo. Não é pessimismo. É a realidade. A mentalidade tem que mudar imediatamente. A escuridão vem a galope. O alerta está soando para todos.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">* Acadêmico de Direito</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Publicado por:  <a title="Zero Hora" href="http://wp.clicrbs.com.br/doleitor/2012/01/27/artigo-o-jeitinho-que-mata/?topo=13,1,1,,,13" target="_blank">Zero Hora</a></strong></p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://www.joaoboscoleal.com.br/2012/01/31/o-jeitinho-que-mata/' addthis:title='O jeitinho que mata ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>O passado e o aprendizado</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 06:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Bosco Leal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos do João Bosco]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento Humano]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[João Bosco Leal Constantemente podemos perceber pessoas aflitas, tensas, com algo ocorrido em sua vida. Raramente se lembram que o que já ocorreu não tem mais como ser apagado, já foi. O máximo que podem e devem fazer, é buscar alternativas para solucionar algo que não saiu como esperado e acabou magoando ou prejudicando alguém [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://www.joaoboscoleal.com.br/2012/01/30/o-passado-e-o-aprendizado/' addthis:title='O passado e o aprendizado ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>João Bosco Leal</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.joaoboscoleal.com.br/2012/01/30/o-passado-e-o-aprendizado/erros-e-acertos-02/" rel="attachment wp-att-86319"><img class="alignleft size-full wp-image-86319" title="Erros e acertos 02" src="http://www.joaoboscoleal.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Erros-e-acertos-02.jpg" alt="" width="276" height="183" /></a>Constantemente podemos perceber pessoas aflitas, tensas, com algo ocorrido em sua vida. Raramente se lembram que o que já ocorreu não tem mais como ser apagado, já foi. O máximo que podem e devem fazer, é buscar alternativas para solucionar algo que não saiu como esperado e acabou magoando ou prejudicando alguém ou a elas próprias.</p>
<p style="text-align: justify;">É incrível como só com mais experiência e maturidade acabamos percebendo o óbvio, que não devemos nos repreender ou ficarmos tristes com o que ocorreu no passado, se erramos ou erraram conosco, se magoamos ou se fomos magoados, se sofremos ou fizemos sofrer. Nada disso poderá ser alterado, mas se realmente desejarmos, pode ser amenizado, tornar-se menos doloroso para quem quer que seja e servir de exemplo, que poderá impedir novos erros.</p>
<p style="text-align: justify;">Toda experiência vivida, por pior que seja, possui um lado bom, o do aprendizado, infelizmente só aproveitado por aqueles que sempre ouvem e observam, buscando seu crescimento como seres humanos. Analisando o passado, com as experiências alheias é possível perceber atitudes mais ou menos convenientes, que provocaram diferentes resultados, em todas as áreas.</p>
<p style="text-align: justify;">É uma ótima escola, onde podemos aprender muito, sem necessariamente termos que experimentar o que já não deu certo com outros. Entretanto, essa prática constante só é realizada pela minoria, os maduros e humildes, que conseguem, com exemplos passados, errar menos e acertar mais.</p>
<p style="text-align: justify;">Os jovens invariavelmente ridicularizam esse passado, considerando-o uma fonte de informações ultrapassadas, e só com a maturidade perceberão como eles poderiam ter facilitado sua vida, se simplesmente tivessem tido a humildade de, olhando para trás, aprender com o que historicamente ocorreu na humanidade.</p>
<p style="text-align: justify;">A análise histórica nos mostra os bons e os maus exemplos, os erros e acertos cometidos, facilitando nossas escolhas, das ações e atitudes corriqueiras e do caminho a ser seguido com maiores chances de sucesso. Apesar dos novos campos surgidos com as novas tecnologias, a história continua e permanecerá nos ensinando muito, inclusive na área comercial.</p>
<p style="text-align: justify;">Negócios mais ou menos lucrativos já foram exaustivamente tentados, em diferentes países, pontos, climas e para as populações mais variadas, tanto culturalmente como por seu poder aquisitivo, mas ensinamentos óbvios, como o de só procurar vender para quem pode comprar, ainda não foram absorvidos por muitos.</p>
<p style="text-align: justify;">Para nosso crescimento, é necessário, aceitarmos que tudo o que hoje temos e sabemos, devemos a tudo o que as pessoas, há milhões de anos, vem observando, experimentando e testando, nas mais diversas áreas. O que já passou está resolvido, mas se usarmos as experiências vividas como aprendizado, certamente encontraremos lições e exemplos para dúvidas posteriores.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a história da humanidade, o passado de outros ou o nosso próprio, aprendemos que amizades, paixões e amores provocam alegrias ou dores, e que quando machucam, não devemos ficar tristes, nos lastimar ou tentar consertar o que já passou, mas procurar não cometer os mesmos erros e continuar tentando, sem nos preocupar com muitos outros que certamente ocorrerão, pois foi com nossas quedas que aprendemos a caminhar.</p>
<p style="text-align: justify;">Os que buscam realizar seus sonhos, tentam, erram, aprendem com os erros e continuam tentando, são os que constroem o mundo.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Aceitar os fatos e ocorrências de nossas vidas como o passado, é o primeiro passo para soluções futuras.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Publicado por: <a title="A Agonia de Prometeu" href="http://paulooliveiramello.blogspot.com/2012/01/joao-bosco-leal_30.html" target="_blank">A Agonia de Prometeu</a> ; <a title="A Crítica" href="http://www.acritica.net/index.php?conteudo=Opinoes_dos_Leitores&amp;id=487" target="_blank">A Crítica</a> ; <a title="Blog Bahia Geral" href="http://www.blogbahiageral.com.br/site/opiniao-artigos/2012/01/o-passado-e-o-aprendizado-ou-a-importancia-da-historia" target="_blank">Blog Bahia Geral</a> ;  <a title="Blog do Meireles" href="http://blogdomeireles.com.br/?p=23665" target="_blank">Blog do Meireles</a> ; <a title="Cassilândia News" href="http://www.cassilandia.news.com.br/view.htm?id=144872" target="_blank">Cassilândia News</a> ; <a title="Chico Bruno" href="http://www.chicobruno.com.br/noticia.php?n=37339" target="_blank">Chico Bruno</a> ; <a title="Dig Now " href="http://www.dignow.org/post/o-passado-e-o-aprendizado-3658782-39438.html" target="_blank">Dig Now</a> ; <a title="Diversos Assuntos &amp; Diversos Autores" href="http://diversosassuntosdiversosautores.blogspot.com/2012/01/o-passado-e-o-aprendizado.html" target="_blank">Diversos Assuntos &amp; Diversos Autores</a> ; <a title="Dourados News" href="http://douradosnews.com.br/especiais/opiniao/o-passado-e-o-aprendizado-por-joao-bosco-leal" target="_blank">Dourados News</a> ; <a title="Jornal Bandeirantes News" href="http://bandeirantesnews.blogspot.com/2012/01/o-passado-e-o-aprendizado.html" target="_blank">Jornal Bandeirantes News</a> ;  <a title="Lilicarabina" href="http://lilicarabinabr.blogspot.com/2012/01/o-passado-e-o-aprendizado.html" target="_blank">Lilicarabina</a> ; <a title="Libertatum" href="http://libertatum.blogspot.com/2012/01/o-passado-e-o-aprendizado.html" target="_blank">Libertatum</a> ; <a title="Mercosul News" href="http://www.mercosulnews.com/leitura.php?id=104804" target="_blank">Mercosul News</a> ; <a title="O Cão Que Fuma" href="http://www.ocaoquefuma.com/2012/01/o-passado-e-o-aprendizado.html#more" target="_blank">O Cão Que Fuma</a> ; <a title="Pádua Campos" href="http://paduacampos.com.br/blog/?p=30423" target="_blank">Pádua Campos</a> ; <a title="Pedro da Veiga" href="http://pedrodaveiga.blogspot.com/2012/01/o-passado-e-o-aprendizado.html" target="_blank">Pedro da Veiga</a> ;  <a title="Prosa &amp; Política" href="http://prosaepolitica.com.br/2012/01/30/joao-bosco-leal-o-passado-e-o-aprendizado/" target="_blank">Prosa &amp; Política</a> ; <a title="Toninho Carlos" href="http://jorantoniocarlosribeiro.blogspot.com/2012/01/o-passado-e-o-aprendizado.html#!/2012/01/o-passado-e-o-aprendizado.html" target="_blank">Toninho Carlos</a> ; <a title="Tudo do MS" href="http://www.tudodoms.com.br/noticia/geral/25,20612,artigo" target="_blank">Tudo do MS</a> ; <a title="Uma Raposa na Estrada" href="http://umaraposanaestrada.blogspot.com/2012/02/o-passado-e-o-aprendizado.html" target="_blank">Uma Raposa na Estrada</a> ;  <a title="Valter Vieira" href="http://www.valtervieira.com.br/noticias/cultura/14387/O+passado+e+o+aprendizado" target="_blank">Valter Vieira</a> ; </strong></p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://www.joaoboscoleal.com.br/2012/01/30/o-passado-e-o-aprendizado/' addthis:title='O passado e o aprendizado ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>A corda e a caçamba (ou o desafio de uma potência econômica)</title>
		<link>http://www.joaoboscoleal.com.br/2012/01/29/a-corda-e-a-cacamba-ou-o-desafio-de-uma-potencia-economica/</link>
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		<pubDate>Sun, 29 Jan 2012 08:03:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos de Outros Autores]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<category><![CDATA[Partidos Políticos]]></category>
		<category><![CDATA[Produto Interno Bruto]]></category>

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		<description><![CDATA[Walter Pinheiro “É a velha concentração de renda, cauã maior da nossa pobreza: poucos têm muitos, e muitos quase nada têm. Nosso desafio é inverter esse quadro” A estatística não é uma ciência exata. Suas ilações nem sempre correspondem à verdade dos fatos. Se uma pessoa come dois pães, por exemplo, e outra não come [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://www.joaoboscoleal.com.br/2012/01/29/a-corda-e-a-cacamba-ou-o-desafio-de-uma-potencia-economica/' addthis:title='A corda e a caçamba (ou o desafio de uma potência econômica) ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Walter Pinheiro</strong></p>
<p><em>“É a velha concentração de renda, cauã maior da nossa pobreza: poucos têm muitos, e muitos quase nada têm. Nosso desafio é inverter esse quadro”</em></p>
<p style="text-align: justify;">A estatística não é uma ciência exata. Suas ilações nem sempre correspondem à verdade dos fatos. Se uma pessoa come dois pães, por exemplo, e outra não come nenhum, “na média” cada uma dessas pessoas teve um pão para se alimentar. Com o PIB de um país, quando diluído por sua população, as coisas não são muito diferentes. Neste caso, o chamado PIB per capita nem sempre reflete a situação real da população em questão.</p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, por exemplo, elevado agora à condição de 6º economia mundial. Com um PIB de 2,5 trilhões de dólares, suplantamos o Reino Unido, cuja produção global está estagnada na casa dos 2,4 trilhões de dólares. Mas dividido por sua população, esse PIB confere aos ingleses uma renda per capita de US$ 39 mil, ao passo que, no caso do Brasil, cada cidadão teria a renda de US$ 13 mil, um terço do que cabe ao cidadão inglês.</p>
<p style="text-align: justify;">O PBI per capita indica a riqueza ou que o país está crescendo, mas não revela como está sendo distribuída essa riqueza. No caso dos ingleses, é indiscutível a superioridade da qualidade de vida em seu país, o que não ocorre evidentemente no Brasil. Na Inglaterra o PIB per capita está mais próximo da realidade, enquanto o nosso, três vezes menor, ainda esconde o profundo quadro de injustiça social que caracteriza nossa sociedade.</p>
<p style="text-align: justify;">Se cada brasileiro vivesse com US$ 13 mil dólares por ano, ou R$ 23,4 mil pelo câmbio de hoje, a situação por aqui estaria às mil maravilhas. Isso representaria uma renda mensal de R$ 1,8 mil com direito a décimo terceiro salário. Três vezes o novo salário mínimo, vigente desde o último dia 1º de janeiro. Estaríamos no melhor do mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas a nossa realidade é outra. Como no exemplo do pãozinho, o nosso PIB per capita está reservado a um número de cabeças coroadas que somam bem menos do que a nossa população. É a velha concentração de renda, cauã maior da nossa pobreza: poucos têm muitos, e muitos quase nada têm. Nosso desafio é inverter esse quadro.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde que alcançamos, há pouco mais de um mês, o título de sexta maior economia do mundo, nosso ufanismo logo nos remeteu a uma ultrapassagem sobre a França daqui a pouco e não faltaram previsões para em uma ou duas décadas o PIB per capita do Brasil ser igualzinho ao do Reino Unido, de US$ 39 mil. Mas se nada for feito para mudar a realidade atual, de pouco adiantará um PIB per capita até mesmo maior.</p>
<p style="text-align: justify;">Na última década, as políticas de transferência de renda mudaram significativamente o quadro social brasileiro se comparado à pobreza secular que o país vivia. O programa Bolsa Família e a política de ganhos reais para o salário mínimo além de ajudarem na formação de um grande mercado interno tiveram um grande impacto na mobilidade social que o Brasil vem experimentando, com grandes contingentes populacionais ascendendo de classe social.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas isso foi, digamos, a emergência que os governos do Partido dos Trabalhadores tiveram de enfrentar desde que chegamos ao poder, em 2003. Foi preciso, muitas vezes, oferecer primeiro o peixe para depois ensinar a pescar. Só se trabalha de barriga cheia.</p>
<p style="text-align: justify;">Arrumada a casa, a próxima etapa deve ter por meta o crescimento econômico, mas com justiça social. Repartindo o bolo enquanto for crescendo. E isso só se faz com investimentos maciços em ciência e tecnologia. Só com o desenvolvimento científico e tecnológico o país será capaz de eliminar as profundas injustiças que marcam a sociedade brasileira.</p>
<p style="text-align: justify;">A caminho do Ministério da Educação, o ministro Aloizio Mercadante sabe muito bem a dificuldade de fazer ciência e tecnologia num país carente de educação básica. Depois de conduzir com tanta competência o MCT, ele sabe melhor que ninguém o que falta para o Brasil deslanchar nessa área. Como no caso do pescador, não adianta o país pretender ser forte e competitivo em C&amp;T se não tiver quadros com educação básica.</p>
<p style="text-align: justify;">O Brasil é hoje um dos maiores mercados do mundo para a indústria automobilística. Mas, a despeito das montadoras estarem presentes há mais de meio século produzindo carros no Brasil, o país não tem ainda uma marca própria. China, Rússia e Índia têm lá suas marcas, o que faz do Brasil o único país dos BRICs a não ter uma indústria automobilística própria, embora tenha mercado maior que os outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse diferencial só se vence com investimentos em C&amp;T, que por sua vez demandam investimentos no ensino fundamental. A corda e a caçamba. Um não se faz sem o outro, e juntos podem mudar a face de um país, qualificando e valorizando a sua força de trabalho. E trabalhador qualificado é o caminho mais curto para se fazer justiça social.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Publicado por:  <a title="Congresso em Foco" href="http://congressoemfoco.uol.com.br/opiniao/colunistas/a-corda-e-a-cacamba-ou-o-desafio-de-uma-potencia-economica/" target="_blank">Congresso em Foco</a></strong></p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://www.joaoboscoleal.com.br/2012/01/29/a-corda-e-a-cacamba-ou-o-desafio-de-uma-potencia-economica/' addthis:title='A corda e a caçamba (ou o desafio de uma potência econômica) ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Valores</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Jan 2012 08:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos de Outros Autores]]></category>
		<category><![CDATA[Corrupção]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Pinho da Silva *    &#160; Falemos de valores. Sim,há valores; não se contesta, não!&#8230;Quem o faria?! Confessemos, contudo, que, hoje em dia, há bem menos valores, do que&#8230;favores. &#160; Em primeiro lugar vem o dinheiro; em seguida um &#8220;canudo&#8221;; ar importante; sempre um livro na mão; roupa elegante; ou um aspecto jovial e prezenteiro&#8230; &#160; [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://www.joaoboscoleal.com.br/2012/01/29/valores/' addthis:title='Valores ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Pinho da Silva *</strong>   </p>
<p><a href="http://www.joaoboscoleal.com.br/2012/01/29/valores/pinho-da-silva/" rel="attachment wp-att-85662"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-85662" title="Pinho da Silva" src="http://www.joaoboscoleal.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Pinho-da-Silva-200x200.jpg" alt="" width="200" height="200" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Falemos de <em>valores</em>. Sim,há <em>valores</em>;</p>
<p>não se contesta, não!&#8230;Quem o faria?!</p>
<p>Confessemos, contudo, que, hoje em dia,</p>
<p>há bem menos <em>valores</em>, do que&#8230;<em>favores</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em primeiro lugar vem o dinheiro;</p>
<p>em seguida um &#8220;canudo&#8221;; ar importante;</p>
<p>sempre um livro na mão; roupa elegante;</p>
<p>ou um aspecto jovial e prezenteiro&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eis o que são <em>valores</em>, p&#8217;ra certa gente,</p>
<p>quando, afinal, a coisa é bem diferente!</p>
<p>Atalhareis vós: &#8211; &#8220;<em>Não é assim!&#8230;Falta à verdade!&#8230;&#8221;</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não falto, garanto eu!&#8230; Ele há senhor</p>
<p>que é muito culto, e muito <em>sabedor</em>&#8230;</p>
<p>porque&#8230; disfarça a sua nulidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: x-small;">*Pinho da Silva &#8211; Vila Nova de Gaia, Portuga</span></p>
<p><strong>Publicado por:  <a title="Paz - Blog Luso Brasileiro" href="http://solpaz.blogs.sapo.pt/256712.html" target="_blank">Paz &#8211; Blog Luso Brasileiro</a></strong></p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://www.joaoboscoleal.com.br/2012/01/29/valores/' addthis:title='Valores ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Educação sem ensino</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Jan 2012 08:03:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos de Outros Autores]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Pública]]></category>

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		<description><![CDATA[Carlos Henrique Abrão* O que falta é uma supervisão maior e também a presença do Estado para que a educação seja universalizada e o custo reduzido proporcionalmente. O febril ambiente estudantil que marcou a última década trouxe, como consequência, dúvida em torno da qualidade do ensino, sua monetarização e, especialmente, a claudicante mão-de-obra, essencial para [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://www.joaoboscoleal.com.br/2012/01/28/educacao-sem-ensino/' addthis:title='Educação sem ensino ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Carlos Henrique Abrão*</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.joaoboscoleal.com.br/2012/01/28/educacao-sem-ensino/carlos-henrique-abrao-03/" rel="attachment wp-att-85687"><img class="alignleft size-full wp-image-85687" title="Carlos Henrique Abrão 03" src="http://www.joaoboscoleal.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Carlos-Henrique-Abrão-03.jpg" alt="" width="110" height="130" /></a>O que falta é uma supervisão maior e também a presença do Estado para que a educação seja universalizada e o custo reduzido proporcionalmente.</p>
<p style="text-align: justify;">O febril ambiente estudantil que marcou a última década trouxe, como consequência, dúvida em torno da qualidade do ensino, sua monetarização e, especialmente, a claudicante mão-de-obra, essencial para a infraestrutura do Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">É indesmentível reconhecer que, em matéria educacional, advieram muitas transformações, as quais não corresponderam às expectativas, e as tutelas do Estado de querer permitir que as classes inferiores economicamente tivessem acesso ao ensino superior.</p>
<p style="text-align: justify;">O número de faculdades em funcionamento, independentemente do seu ramo, causa espécie, notadamente na área jurídica, não resistindo a uma parcela mínima de 10% aquelas que representam bom número de corpo docente e efetivo aprendizado pelos alunos.</p>
<p style="text-align: justify;">Conquanto fosse a intenção do governo democratizar o ambiente universitário, fato é que vivenciamos, nos últimos anos, um processo sem volta, no qual a iniciativa privada, a pretexto de cativar o aluno, veio sendo paulatinamente alvo de grandes interesses econômicos, locais e internacionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Com efeito, os grandes fundos abocanharam faculdades e universidades e, praticamente cinco deles, os maiores, ritmizam suas políticas, as quais, por certo, proporcionam educação, mas não emblematicamente ensino.</p>
<p style="text-align: justify;">O que falta é uma supervisão maior e também a presença do Estado para que a Educação seja universalizada e o custo reduzido proporcionalmente, na medida das necessidades dos alunos e da extensão territorial do País.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma infinidade de cursos, inclusive à distância, sobreveio a partir da propagação da internet, porém os resultados não são auspiciosos, bastando verificar o número de aprovados nos exames seletivos da OAB e também daqueles provenientes do ensino médio.</p>
<p style="text-align: justify;">Falta uma política de planejamento e, mais do que isso, um comprometimento para que tenhamos ensino de qualidade e educação correspondente, a partir da leitura gradual de livros, de professores e de avaliações de cursos.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao contrário, as próprias universidades estaduais remuneram de maneira insuficiente os professores, não seguindo a política daquelas federais, enquanto que as particulares reduzem a remuneração e pulverizam as expectativas, salvo raras exceções, da maioria de seus professores.</p>
<p style="text-align: justify;">Este verdadeiro sucateamento do ensino trará consequências sérias para o País e suas gerações, não apenas pela falta de mão-de-obra qualificada, mas também pelo sentimento inflacionário de muitas atividades, as quais passaram a ser vistas em segundo plano diante de novas ambições.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje em dia, com muita dificuldade, torna-se possível conseguir os serviços de uma emprega doméstica e até mesmo de diarista, fenômeno esse comum nos EUA e Europa décadas atrás.</p>
<p style="text-align: justify;">Soma-se à dificuldade o preço cobrado, o que tornará mecanizada e robotizada toda a tarefa doméstica, não apenas pela falta de mão-de-obra, mas pela redução dos espaços dos atuais apartamentos construídos.</p>
<p style="text-align: justify;">Bem digerida essa nova realidade, pretendendo o Brasil ingressar no Primeiro Mundo, cuja economia mostra sinais de fortalecimento, teremos, seguramente, espalhados pelos quatro cantos do País, uma educação em progressão geométrica, porém, em relação ao ensino, a meta aritmética não será alcançada.</p>
<p style="text-align: justify;">Milhões de brasileiros que não economizarão recursos financeiros para as respectivas formações, em breve, terão muitas dificuldades de colocação no mercado de trabalho, principalmente em virtude do número de profissionais e do crescimento em menor ritmo da economia mundial.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse filme já conhecemos, muitos profissionais universitários, a exemplo do exterior, terão que se contentar com aquelas profissões menos nobres para as respectivas sobrevivências, colocando em xeque a própria formação e o resultado prático proveniente.</p>
<p style="text-align: justify;">Não se afigura surrealista que o governo e a iniciativa privada, juntos, mapeassem as necessidades do mercado para que fossem fornecidos cursos, notadamente universitários, e caracteristicamente técnicos, em número adequado à lei da oferta e da procura para que, assim, no porvir, houvesse menor desemprego, maior motivação e, fundamentalmente, o ensino fosse a meta principal da diretriz governamental.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">*Carlos Henrique Abrão é desembargador no Tribunal de Justiça de São Paulo</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Publicado por:  <a title="Brasil 247" href="http://www.brasil247.com.br/pt/247/brasil/37789/Educação-sem-ensino.htm" target="_blank">Brasil 247</a></strong></p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://www.joaoboscoleal.com.br/2012/01/28/educacao-sem-ensino/' addthis:title='Educação sem ensino ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Prosa hermética</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Jan 2012 08:00:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos de Outros Autores]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento Humano]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Humberto Pinho da Silva* Ao ler certos textos, ao escutar homilias, ao participar em colóquios literários, fico muitas vezes a pensar, se os leitores ou ouvintes, conseguiram digerir o que se leu ou se disse. Porque muito que se escreve, no nosso país, está revestido de espessa e rígida couraça, e é opaco como torre [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://www.joaoboscoleal.com.br/2012/01/28/prosa-hermetica/' addthis:title='Prosa hermética ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Humberto Pinho da Silva*</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.joaoboscoleal.com.br/2012/01/28/prosa-hermetica/mwv1-3-0/" rel="attachment wp-att-85655"><img class="alignleft  wp-image-85655" title="MWV1.3 0" src="http://www.joaoboscoleal.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Humberto-Pinho-da-Silva-01-200x200.jpg" alt="" width="213" height="218" /></a>Ao ler certos textos, ao escutar homilias, ao participar em colóquios literários, fico muitas vezes a pensar, se os leitores ou ouvintes, conseguiram digerir o que se leu ou se disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Porque muito que se escreve, no nosso país, está revestido de espessa e rígida couraça, e é opaco como torre de marfim.</p>
<p style="text-align: justify;">O mesmo hermetismo encontra-se nas explanações de professores e infelizmente em práticas de sacerdotes, mais desejosos a esmagarem com o peso do seu saber, do que tornar acessível a matéria espraiada.</p>
<p style="text-align: justify;">Turva-se a água ao usar dicção rebuscada, rodriguinhos, frases obscuras, prosa apocalíptica, no intento a ofuscar e amesquinhar o leitor ou ouvinte.</p>
<p style="text-align: justify;">Citar textos em latim, empregar arcaísmos ou neologismos, para arrancar aplauso, não é digno, a meu ver, de quem escreve ou ensina.</p>
<p style="text-align: justify;">O vulgo, na sua bacoquice, exalta a prosa ilegível e oca, assim como aceita a arte, que não sendo Arte, nada transmite e nada diz.</p>
<p style="text-align: justify;">Como não quer mostrar ignorância, comporta-se como os cidadãos do reino em que o monarca caminhava seminu pelas ruas da capital, e declara enfatuado, sacudindo solenemente a cabeça:</p>
<p style="text-align: justify;">- É bom! …É óptimo! … É excelente! …</p>
<p style="text-align: justify;">Estando em clube portuense a escutar famoso pianista, presenciei o diálogo travado entre dois cavalheiros. Dizia um, idoso, sisudo, esguio como Eça, dentro de bom fato azul-ferrete:</p>
<p style="text-align: justify;">- Você já reparou que quando se ensina filosofia, poucos a entendem; mas se lermos os filósofos &#8211; os verdadeiros, &#8211; em regra são claros e límpidos como água colhida na fonte!?</p>
<p style="text-align: justify;">Não aceito que os professores de Filosofia sejam sensaborões. Tive um excelente, e era uma delícia ouvi-lo; mas concordo que muitas vezes é mais fácil ler os textos de filósofos, que escutar certos professores e eruditos, a dissertar sobre os mesmos textos.</p>
<p style="text-align: justify;">Há tendência a “turvar a água”, como dizia Nietzsche, a tudo que é didáctico e cultural, “ para que pareça profunda”.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim é, porque não se tem coragem de asseverar que não se entendeu, para não se ser julgado de ignorante.</p>
<p style="text-align: justify;">Nunca escutei, da boca de quem saiu do teatro, exposição de Arte ou conferência, que não entendeu patavina.</p>
<p style="text-align: justify;">Do mesmo jeito nunca se diz que não se conhece obra-prima ou que está a ler um clássico; porque o “intelectual” não lê mestre de literatura, releu-o.</p>
<p style="text-align: justify;">Conhecendo a psicologia das massas, certos escritores, mormente novatos, “turvam” a prosa, enxameiam-na de palavras inúteis, citações em língua estranha, introduzindo, a cada passo, siglas, neologismos e termos técnicos e, ao tornarem-se obscuros, o vulgo louva-os e considera-os excepcionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim vai o mundo, enganando-nos uns aos outros, e rindo-se dos mais simples. </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">*Humberto Pinho da Silva &#8211; Porto, Portugal</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Publicadso por:  <a title="Paz - Blog Luso Brasileiro" href="http://solpaz.blogs.sapo.pt/256775.html" target="_blank">Paz &#8211; Blog Luso Brasileiro</a></strong></p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://www.joaoboscoleal.com.br/2012/01/28/prosa-hermetica/' addthis:title='Prosa hermética ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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