Posts de 27 de julho de 2010

Grupo avaliará condições de energia para Copa de 2014

27 de julho de 2010

Economia & Negócios

LEONARDO GOY Agencia Estado

BRASÍLIA – O governo criou hoje um grupo de trabalho coordenado pelo Ministério de Minas e Energia que terá a função de avaliar as condições do fornecimento de energia elétrica nas 12 capitais que serão sedes de jogos da Copa do Mundo de 2014. “O grupo vai avaliar a necessidade de serem feitos complementos para aumentar a segurança e evitar interrupções nas sedes”, disse o diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Hermes Chipp, após participar de reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), que criou o grupo.

Ele explicou que, subordinado ao grupo de trabalho, haverá força-tarefa capitaneada pela ONS e pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) que trabalhará conjuntamente com as distribuidoras e secretarias de Energia dos Estados para fazer o levantamento. A expectativa é de que, até o final do ano, essa avaliação seja concluída

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Economia & Negócios

PRE pede impugnação de mais 512 candidaturas em São Paulo

27 de julho de 2010

Agência Brasil

Daniel Mello – Repórter da Agência Brasil 

São Paulo – A Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) de São Paulo pediu a impugnação de mais 521 candidaturas, 16 delas com base na Lei da Ficha Limpa. Ao todo, foram pedidas até agora a impugnação de 802 candidaturas no estado, 31 pela Ficha Limpa . O casos ainda serão analisados pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE). 

Na primeira lista divulgada pela PRE constavam apenas candidatos a deputado federal ou estadual. Na nova relação aparece também o candidato a vice-governador pelo P-SOL, Aldo Josias dos Santos, enquadrado na Lei da Ficha Limpa. 

A maioria dos pedidos de impugnações está relacionada à falta de documentos, como certidão criminal. A partir da notificação da impugnação, os candidatos devem apresentar recurso em até sete dias corridos. O registro das candidaturas deve ser julgado, inclusive em grau de recurso, até o dia 19 de agosto.

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Agência Brasil

 

Para AGU, distribuição de tempo na propaganda eleitoral gratuita não é inconstitucional

27 de julho de 2010

Agência Brasil 

Débora Zampier – Repórter da Agência Brasil 

Brasília – A Advocacia-Geral da União (AGU) acredita que não há violação à Constituição em três itens da Lei Eleitoral que tratam da propaganda gratuita. O parecer que sustenta esse ponto de vista foi enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF) em resposta a uma ação direta de inconstitucionalidade ajuizada pelo Partido Humanista da Solidariedade (PHS) em junho. 

Na ação, o PHS diz que a distribuição de tempo na propaganda eleitoral gratuita em rádio e TV provoca o desequilíbrio da corrida eleitoral. A diferença entre os tempos de exposição dos candidatos à Presidência exemplifica a preocupação do partido: os principais candidatos, Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB), detém mais de 70% dos 25 minutos destinados à propaganda diária. Por outro lado, caso o PHS tivesse mantido sua candidatura para o cargo, teria apenas 4 segundos de exposição. 

Para a AGU, a distribuição do tempo prevista na lei não prejudica a igualdade, pelo contrário, pretende evitar a igualdade dos desiguais. “E inegável que a legenda com o maior número de votos deve dispor de mais tempo. Isso porque precisamente deve atender mais eleitores”, diz o documento.

A ação do PHS também questiona o fato de a lei permitir que candidatos da coligação em nível nacional participem de propaganda em nível regional, situação que também é considerada constitucional pela Advocacia-Geral da União. A AGU argumenta que após a aprovação da proposta de emenda à Constituição que acabou com a obrigação de partidos repetirem coligações em todos os níveis, em 2002, o texto constitucional não exige mais qualquer tipo de coerência nas uniões entre as legendas. Entretanto, a questão da propaganda ainda é polêmica, e foi alvo de consultas levadas ao TSE que ainda não foram respondidas em definitivo.

O ministro Dias Toffoli, relator da ação, também pediu informações ao presidente da República e ao Congresso Nacional e a Procuradoria-Geral da República também deve se posicionar sobre o tema. Em decisão monocrática, Toffoli afirmou que dois dos itens questionados estão em vigor há mais de 12 anos e que a análise da matéria, de alta relevância, “não se mostra adequada em sede de cognição sumária, entendo que a decisão deva ser tomada em caráter definitivo”, ou seja, pelo plenário do STF.

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Agência Brasil