Posts de 24 de julho de 2010

Se Dilma ganhar, Dirceu volta ao poder, diz vice de Serra

24 de julho de 2010

Folha.com

DE SÃO PAULO

O deputado Indio da Costa (DEM-RJ) voltou à carga com os ataques à chapa presidencial do PT. Na madrugada deste sábado, pelo Twitter, o vice de José Serra (PSDB) afirmou que a vitória da petista Dilma Rousseff significará o retorno de José Dirceu ao Palácio do Planalto.

Como Dilma, o ex-braço direito de Lula foi ex-ministro da Casa Civil –ele tombou em 2005, quando seu mandato foi cassado após os escândalos do mensalão.

“Dirceu, chefe do mensalão, entra em cena para defender Dilma. Se Dilma vencer, Zé Dirceu volta ao poder”, disse o político fluminense.

Lula diz que Serra não poderia fazer insanidade de apontar ligação de PT e Farc
TSE dá direito de resposta a PT em site do PSDB sobre declarações de Indio da Costa
Procuradoria diz que vice de Serra difamou PT ao citar Farc
Assessor de Lula ironiza vice de Serra e diz que ele é “perturbado”

Indio se referia a artigo de Dirceu, um dos braços fortes do PT durante o primeiro mandato de Lula. Em artigo publicado no “Blog do Noblat”, o petista condenou os paralelos feitos por Indio entre PT e a guerrilha colombiana.

“É preciso que a oposição dê início a um freio de arrumação em sua campanha, para elevar o debate e deixar de lado o discurso do medo, do terror e das ofensas. É assim que se constrói uma eleição limpa, pois não deixaremos sem resposta as calúnias que nos tem sido dirigidas.”

Indio criou polêmica ao associar, na semana passada, o PT com as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia). Dias depois, insinuou que o partido de Lula e Dilma teria ligação, por tabela, com o Comando Vermelho, maior facção criminosa do Rio.

Explicou-se: “Há vários indícios de ligação do Comando Vermelho com as Farc”.

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Folha.com

Um terço dos deputados estaduais da Região Sudeste é milionário

24 de julho de 2010

Estadão

Sucessão. Levantamento com base em dados da Justiça Eleitoral de São Paulo, Minas, Rio e Espírito Santo mostra que dos 264 integrantes das Assembleias Estaduais que disputam as eleições deste ano 94 declararam patrimônio acima de R$ 1 milhão

Alfredo Junqueira / RIO – O Estado de S.Paulo

Um terço dos deputados estaduais da Região Sudeste se declarou milionário à Justiça Eleitoral. Dos 264 parlamentares das Assembleias Legislativas de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo que neste ano vão mais uma vez disputar as eleições, 94 informaram que têm patrimônio superior a R$ 1 milhão.

O levantamento feito pelo Estado em dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostra que a fortuna dos deputados integrantes do clube do milhão soma R$ 433,8 milhões.

Além de milionários, as Assembleias do Sudeste também abrigam parlamentares eficientes na gestão de seus bens pessoais. Ainda de acordo com os dados entregues ao TSE, 75 deputados estaduais conseguiram mais que dobrar seu patrimônio num intervalo de quatro anos. Outros 18 deputados haviam apresentado certidão de bens zerada no registro de suas candidaturas em 2006 e agora apareceram com valores que oscilam entre R$ 43 mil e R$ 1,3 milhão.

A Assembleia de Minas Gerais é a que tem o maior número de deputados milionários. Dos 77 que exercem mandato no Legislativo mineiro atualmente, 42 registraram patrimônio acima de R$ 1 milhão – 54,5% da bancada.

São Paulo vem logo em seguida. A bancada dos milionários da Assembleia paulista conta com 35 integrantes. O número representa 37,2% do total de deputados. O Rio de Janeiro, com 14 de seus 70 parlamentares estaduais, e o Espírito Santo, com três dos seus 30 deputados, completam a lista de integrantes do clube do milhão.

Entre os partidos, o PSDB é o que aparece com o maior número de representantes milionários. Os tucanos têm 22 deputados estaduais no clube. Em seguida, vem o DEM, com 12 representantes. O PMDB comparece com 11 milionários e o PV com 8.

A lista é eclética. Quase todos os maiores partidos estão representados. Até o Partido do Trabalhadores (PT), o Partido Socialista Brasileiro (PSB) e o Partido Popular Socialista (PPS) têm seus milionários. São quatro deputados estaduais petistas registrados no clube – segundo o TSE. O PSB também conta com quatro representantes e o PPS, com seis.

Ranking. São de Minas Gerais os três deputados que lideram o ranking no clube do milhão. Antônio Genaro (PSC) é o que apresenta o maior patrimônio entre todos os parlamentares estaduais do Sudeste – de acordo com o TSE. Sua declaração de bens soma R$ 88,7 milhões. Em seguida, vem Jayro Lessa (DEM), com R$ 40 milhões, e Djalma Diniz (PPS), com R$ 22,7 milhões. Em suas fichas cadastradas no TSE, Lessa e Diniz informam que são empresários. Genaro se registrou como deputado.

A assessoria do parlamentar que lidera o ranking do clube do milhão alegou que houve um erro de digitação de valores na ficha do deputado.

De acordo com Rubens Almeida Junior, que é assessor de gabinete de Genaro, o partido foi o responsável pelo “preenchimento equivocado” da ficha do parlamentar. Segundo ele, o valor total dos bens do deputado é de R$ 2,16 milhões.

Na avaliação de Roberto Romano, professor de Ética e Política do Departamento de Filosofia da Universidade de Campinas (Unicamp), é preciso avaliar cada caso, mas muitas vezes a evolução patrimonial é evidência de corrupção.

“Em muitos casos, os integrantes dessa lista não são servidores da sociedade e do Estado. Mas se servem da sociedade e do Estado. É claro que é preciso ver cada caso, para não ser injusto”, afirmou Romano. “Você tem banqueiros, médicos, industriais, entre outros, que já têm condição de estabelecer patrimônio independente da atividade política. Mas é preciso ter um olhar atento para aqueles casos de pessoas que enriquecem a partir da política. Quando a política serve como uma escada de elevação social é bem provável que haja corrupção.”

Mais pobres. O levantamento ainda mostra casos interessantes de políticos que “empobreceram” nos últimos quatro anos. Os dados do TSE mostram que 49 deputados estaduais da Região Sudeste apresentaram redução de patrimônio na comparação entre as certidões entregues em 2006 e as deste ano.

Os casos mais críticos são de dois deputados do Rio de Janeiro. Anabal (PHS) caiu de R$ 818,67 mil de patrimônio em 2006 para zero este ano.

Geraldo Moreira (PTN) também informou à Justiça Eleitoral que não tem mais bens. Em 2006, o parlamentar havia apresentado certidão com R$ 394,9 mil de patrimônio.

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Estadão

Oito das 30 regiões administrativas do DF concentram metade do total de brasilienses que vão às urnas este ano

24 de julho de 2010

Correio Braziliense

Candidatos ao Palácio do Buriti disputam cada palmo dessas localidades para tentar vencer em outubro. Eles traçaram estratégias a fim de atuar nessas áreas 

Juliana Boechat / Luísa Medeiros

Garantir o maior número de votos na corrida pelo cargo de governador vai exigir mais esforço em pontos específicos do Distrito Federal. Oito das 30 regiões administrativas do DF representam juntas metade do eleitorado da capital federal (veja arte). Ceilândia, Gama, Santa Maria, Taguatinga, Vicente Pires, Samambaia, Recanto das Emas e Águas Claras reúnem 49,77% dos votantes que decidirão quem comandará o Palácio do Buriti pelos próximos quatro anos. Além de populosas, muitas dessas oito áreas abrigam pessoas carentes e de menor poder aquisitivo em relação aos demais centros urbanos de Brasília (leia mais na página 34).

As zonas eleitorais com mais votantes estão na mira dos candidatos a governador. A coordenação de campanha do petista Agnelo Queiroz dividiu o DF em quatro grandes territórios, sem deixar de lado as especificidades de cada área. O “modus operandi” do Grande Plano Piloto, que engloba locais como Cruzeiro e Sudoeste, por exemplo, difere da tática empregada em Taguatinga e Ceilândia. Nessas cidades, o candidato ao GDF tem que se fazer conhecido. Por isso, o grupo vermelho investe em longas caminhadas e no intenso corpo a corpo em feiras e avenidas comerciais. Ontem, Agnelo foi a Ceilândia, região onde lançou a campanha. “Volto quantas vezes for preciso. A campanha aqui deve ser feita 24h toda semana, mesmo eu não estando presente”, disse o candidato a correligionários do local. Nas imediações de Brasília, Agnelo não precisa de tanto investimento: é um rosto familiar. Prova disso é que, até agora, o candidato não foi às ruas do Plano Piloto com a militância.

O presidente do PSC no DF e um dos responsáveis pela campanha de Joaquim Roriz, Valério Neves, acredita que o candidato a governador terá facilidade em arrebatar votos nos maiores colégios eleitorais. Segundo ele, Roriz se sente confortável com os moradores de Ceilândia, Samambaia, Taguatinga, Recanto das Emas e Santa Maria, por já ter realizado benfeitorias para a população nos quatro mandatos anteriores. Neves acrescenta que o candidato tem ainda o prestígio de políticos relacionados a alguma dessas áreas, mas adianta que não haverá diferença de tratamento entre as regiões administrativas durante os próximos três meses. “Ele vai para a rua em todas as cidades, fazer comício, visitar e andar”, acrescenta.

Relevância

Na disputa pelo cargo de governador, o que vale é correr contra o tempo para alcançar o máximo da população. Até o fim da campanha, Toninho do PSol promete visitar pelo menos duas vezes os pontos centrais dos locais mais populosos do DF. “Temos um mapa com as áreas de maior relevância. Mas vamos percorrer todo o DF”, avisa Toninho. Enquanto isso, Eduardo Brandão, nome do PV para o Palácio do Buriti, vai à Rodoviária do Plano Piloto a cada dois dias. “Lá, dá para conversar com pessoas de várias regiões diferentes e ainda conhecer os principais problemas do transporte público atual. Um governador não pode pensar na cidade de forma fragmentada”, avalia.

Entre os eleitores, há aqueles cativos do candidato do PSC. A autônoma Avani do Sacramento, 50 anos, sempre votou em Joaquim Roriz e considera os anos em que ele governou a capital do país como os mais tranquilos de sua vida. Moradora de Ceilândia, o maior colégio eleitoral do DF, ela recebeu assistência pública durante os mandatos do político. “Os programas de alimentação foram os mais importantes”, relembra. Avani também tem esperanças de deixar de pagar aluguel. “Não tenho condições financeiras e preciso de um terreno para viver. Aceito me mudar para qualquer lugar, qualquer cidade, desde que o lote seja meu”, conta.

Outros eleitores preferem entregar o cargo de governador a caras novas. A consultora Cristiane Gomes, 26 anos, credita a desorganização atual do DF à “má administração” dos últimos anos e, por isso, decidiu votar no candidato do PT. “Brasília virou uma bagunça”, sentencia. A moradora da QNM 20 presta serviços para o Ministério da Saúde. “Há tantas diretrizes boas que não são aplicadas como deveriam pelo governo distrital. Os servidores dos hospitais e centros de saúde ficaram reféns do sistema”, percebe.                                                                                                  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Correio Braziliense

 

 

 

 

 

 

 

Previdência estuda fim das pensões herdadas

24 de julho de 2010

Economia & Negócios

Em 2008, estudo apontava 3,7 milhões de pessoas recebendo pensões por morte de cônjuge, companheiro ou ex-cônjuge

AE Agencia Estado

BRASÍLIA – O bom desempenho da economia brasileira e a proximidade de um novo governo formam um cenário propício para reacender assuntos polêmicos ligados à Previdência Social. Pouco a pouco, o ministro Carlos Eduardo Gabas vem colocando os temas em pauta: aumento da idade mínima para aposentadoria, unificação dos regimes dos servidores públicos com o geral e continuação da contribuição previdenciária dos servidores inativos. Os itens mais recentes são o desconforto em relação ao acúmulo de benefícios, que praticamente só existe no Brasil, e as pensões herdadas por cônjuges.

Gabas encomendou estudos internos na Previdência para ter números que possam dar respostas sobre qual caminho seguir. No mínimo, a expectativa é de que seja feito um retrato da situação, já que nem todos os dados atuais podem responder a todas as dúvidas. Enquanto levantamento não sai, o ministro colhe avaliações informalmente. Ele mesmo não se compromete com posições, mas deixa passar alguns sinais sobre sua visão ao citar exemplos.

De acordo com o anuário da Previdência de 2008, o mais recente disponível, 3,7 milhões de pessoas recebiam naquele ano pensões por morte de cônjuge, companheiro ou ex-cônjuge – a maioria significativa é de mulheres (3,4 milhões). O total de pagamentos previdenciários por morte – incluindo filhos, pais, irmãos, além do próprio cônjuge – é feita a 6,5 milhões de beneficiados e o número geral de benefícios do INSS é de 23,1 milhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Esa notícia foi publicada nos seguintes veículos de comunicação:

Economia & Negócios

Estatais elétricas concentram incertezas eleitorais na Bovespa

24 de julho de 2010

Reuters Brasil

Por Aluísio Alves e Silvio Cascione

SÃO PAULO (Reuters) – O foco do investidor na economia mundial e a percepção de que o Brasil não terá ruptura na política econômica, vença José Serra (PSDB) ou Dilma Rousseff (PT), tem feito a maioria das ações da Bovespa passar incólume ao cenário de eleições presidenciais. Mas a conversa não é tão simples quando se trata do setor elétrico.

Por razões distintas, estatais de energia têm concentrado as atenções de analistas sobre o futuro pós-eleições, seja pela expectativa de que as incertezas sobre elas cresçam, como Eletrobras, ou diminua, como Copel e Cesp.

“A eleição não é o único ‘driver’ no setor, mas sem dúvida entra na conta dos investidores”, diz o diretor de pesquisa da corretora Geração Futuro, Vágner Salaverry.

Na Eletrobras, o temor é sobre como vai evoluir a partir de 2011 o interesse manifestado pelo atual governo de tornar a companhia uma “Petrobras” do setor elétrico. Um dos riscos é a empresa se envolver em investimentos que gerem retorno menor aos acionistas.

Mesmo com a promessa de ampliar a governança corporativa e melhorar o tratamento aos minoritários, a Eletrobras não conseguiu evitar que sua ação ordinária acumulasse uma queda de quase 13 por cento em 2010 até 22 de julho, contra variação negativa de 4,1 por cento do Ibovespa no período.

Já para Cesp e Copel a situação é outra.

A Cesp tem amargado penúria na bolsa em meio às arrastadas conversações entre os governos paulista, seu controlador, e federal pela renovação de concessões de hidrelétricas que vencem em 2015. A decisão ficará para o próximo governo. Assim como ela, outras estatais podem ser prejudicadas se, ao final dos contratos, a União optar por uma nova licitação.

Há ainda discussões em torno da privatização da geradora paulista, possibilidade que levou a Itaú Corretora a recentemente elevar a recomendação do papel para “overweight”, por entender que discussões sobre o assunto devem turbinar o papel nos próximos meses.

“Se o governo de São Paulo se mantiver com o PSDB, no caso de uma vitória de Serra para presidente haveria um alinhamento entre os governos federal e paulista, o que poderia favorecer uma venda da Cesp no futuro”, diz o analista Osmar Camilo, da corretora Socopa.

Para Copel, estatal de energia do Paraná, a previsão é de um novo ciclo para a companhia com a saída do atual governador Roberto Requião (PMDB), para quem analistas entortam o nariz devido a medidas polêmicas tomadas nos últimos anos.

“Mudando o governo, se o mercado julgar que não é na linha do atual, a ação da Copel tem como mexer”, avalia o gerente de pesquisa da corretora Planner, Ricardo Tadeu Martins.

Pelo sim, pelo não, algumas corretoras preferem não pagar para ver. A Geração Futuro tirou de suas carteiras todo investimento em ações do setor elétrico de controle estatal.

De qualquer forma, o cenário é bem diferente do visto às vésperas da última mudança de partidos no governo. Em 2002, a bolsa paulista chegou a acumular queda superior a 60 por cento no pior momento daquele ano, em outubro, diante de temores com os rumos do país no caso de vitória do petista Luiz Inácio Lula da Silva.

Sem surpresas nos dois mandatos de Lula, com crescimento econômico e resiliência do país a crises externas, o Ibovespa –principal índice de ações brasileiras– subiu 480 por cento desde o começo de 2003, contra alta de apenas 24 por cento do Dow Jones, de Nova York. Calculada em dólares, a valorização da bolsa paulista vai a mais de 1 mil por cento.

INGERÊNCIA POLÍTICA?

O setor de telecomunicações, em menor grau, também chama a atenção de investidores devido ao Plano Nacional de Banda Larga, que no início de 2010 trouxe bastante volatilidade às ações da Telebrás. O governo pretende garantir oferta de banda larga em 40 milhões de domicílios até 2014, e prevê uma capitalização de 3,2 bilhões de reais da Telebrás.

“Talvez tenha alguma mudança razoável se for a Dilma ou o Serra eleito na execução desse processo”, afirma Camilo, da Socopa.

Em comum com Telebrás e Eletrobras, outras grandes estatais com ações na carteira teórica do Ibovespa, como Petrobras e Banco do Brasil, carregam o risco eleitoral.

“Vão aparecer especulações de como vai ficar a atual gestão, se vai manter o mesmo quadro, porque isso implica continuidade de estratégias”, diz Martins, da Planner.

Outro prisma é sobre o peso das nomeações de cargos nas estatais, a depender dos resultados das eleições no Congresso. Para a consultoria estrangeira Eurasia, se Dilma vencer e o PT tiver bancada maior no Senado, “o PMDB pode ter menos peso em indicações nas estatais onde tem tido bastante participação, como a Eletrobras”.

De toda forma, na Petrobras esse risco tem ficado em segundo plano. A atenção está voltada ao aumento de capital da empresa, previsto para setembro próximo.

“Isso sendo resolvido, abre espaço para perspectiva de crescimento da companhia, independentemente de quem ganhe a eleição”, acredita Camilo, da Socopa, em referência ao nível baixo de preço das ações da petrolífera nos últimos meses.

Quanto ao BB, na opinião de profissionais do mercado, a sucessão presidencial deve determinar a continuidade do uso da instituição como instrumento para expansão do crédito no país.

“Se o Serra ganhar, o uso político do BB deve diminuir. Não é que ele não usaria politicamente o banco, mas talvez a agressividade com que o BB diminuiu os spreads para atender a uma demanda de crédito que estava reprimida nos últimos anos não seja compartilhada por Serra”, avalia Camilo.

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Reuters Brasil