Posts de 19 de julho de 2010

TRE divulga lista final de ações de impugnação; 79 candidatos podem ser impedidos de concorrer

19 de julho de 2010

Correio Braziliense

Terminou no domingo (18/7) o prazo para registrar ações de impugnação contra os candidatos do Distrito Federal que podem concorrer às eleições de 2010. Foram totalizadas 84 ações, contra 79 concorrentes. De acordo com a assessoria de imprensa do Tribunal Regional Eleitoral do DF (TRE-DF), as ações tinham um prazo de até cinco dias para ser feitas depois do último dia de registro de candidatos individuais, em 13 de julho.

Das 84 ações, apenas uma, contra Aguinaldo Lelis (PMN/PP), que concorreria ao cargo de deputado distrital, já foi julgada. Segundo o TRE, Aguinaldo alegou que não iria ser candidato. Como o pedido de canditura foi indeferido, a ação de impugnação foi considerada improcedente e, assim, arquivada. As ações têm até 5 de agosto para ser julgadas.

Entre os 79 candidatos que podem ser impugnados, quatro concorrem ao governo do Distrito Federal. São eles: Agnelo Queiroz (PT), Rodrigo Dantas (PSTU), Joaquim Roriz (PSC) e Newton Lins (PSL/PTN).

A assessoria da candidatura de Agnelo desqualifica a ação de impugnação impetrada pelo PTdoB, que aponta problemas do candidato do PT com o Tribunal de Contas da União (TCU): “O Tribunal de Contas da União emitiu certidão de nada consta em que afirma não existir quaisquer pendências em nome de Agnelo Queiroz”, afirma Luis Alcoforado, coordenador juridico da campanha PT-PMDB.

“Essa certidão aniquila as alegações do PTdoB contra Agnelo, mostra que elas eram falsas”, completa o advogado.

Confira a lista oficial de ações de impugnação

- Governador

Agnelo Queiroz (PT)
Rodrigo Dantas (PSTU)
Joaquim Roriz (PSC)
Newton Lins (PSL/PTN)

- Vice-governador

Luiz Carlos de Albuquerque Maranhão (PV)

- Senador

Francisco Cláudio Correa Meyer Sant´Anna (PSol)
Robson Raymundo da Silva (PSTU)

- 1º e 2º suplente de senador

Ângelo Balbino Soares Pereira (PSol)
Anna Kubitschek Bárbara Pereira (DEM)
Clayton de Souza Avelar (PSol)
João Maria Abreu Breyer Júnior (PV)
José Antonio dos Santos (PSTU)
Luis Cláudio da Costa Avelar (Coligação Novo Caminho)
Nixon Brasil Lima (PTN)
Raul Ulhoa (PSol)
Roberto Zanin (PV)
Washington Luiz de Souza Valle (PV)

- Deputado federal

Adriana Borges Delgado (PSol)
Aguinaldo Lelis (Coligação Mobilização) *
José Ferreira Neto (PSOl)
José Gilberto Hartmann (PSol)
Nilza André da Silva (PTC)
Paulo da Fonseca Alves Pereira (PTC)
Ramiro Diegues Álvares Júnior (PSOl)
Ricardo da Fonseca Martins (PTB)
Roberto Policarpo (Coligação Novo Caminho)
Rogério Henrique Arvatti da Silva (Coligação Novo Caminho)
Silvio Soares Filho (PSTU)
Weber Magalhães (Coligação O DF Pode Mais)
Ruben César Brunelli Júnior (Coligação O DF Pode Mais)

- Deputado distrital

Alexandre Pimentel (PV)
Alfredo Magalhães de Abreu (PHS/PP)
Antonio Ailton Batista de Oliveira (Coligação Novo Caminho)
Antonio Apolinário Rebelo Figueiredo (Coligação Novo Caminho)
Antonio Girotto Borges (Coligação Novo Caminho)
Antonio Lopes de Resende (Coligação Novo Caminho)
Antônio Paulo Oliveira do Nascimento (PHS/PPS)
Antônio Ricardo Martins Guillen (PSTU)
Arthur Phillipe Pinto e Silva (Coligação Novo Caminho)
Aylton Gomes Martins (PR)
Benício Tavares (PMDB)
Charles dos Santos Dias (Coligação Novo Caminho)
Cinezio Alves Rodrigues (DEM)
Cristiano Araújo (Coligação Novo Caminho)
Cleone José Garcia (Coligação Novo Caminho)
Elaine Furtado (PPS)
Ênio Roberto Alves de Araújo (Coligação Novo Caminho)
Fabrício Rocha de Sousa (PSol)
Fernando Lopes Santos (PHS)
Francisco Cláudio de Abrantes (PHS/PPS)
Francisco das Chagas Sampaio Júnior (PPS)
Francisco de Souza Andrade (Coligação Novo Caminho)
Hernani Souza Santos (Coligação Novo Caminho)
Hugo de Sousa e Silva (PHS/PPS)
Inajara Alves de Oliveira (PV)
Jackson Ribeiro da Silva (PMN)
Jaime de Araújo Góes Recena Grassi (Coligação Novo Caminho)
João Dias de Oliveira (Coligação Novo Caminho)
Joe Carlo Viana Valle (Coligação Novo Caminho)
José Edmar de Castro Cordeiro (PSDB)
José Marcos dos Santos (Coligação Novo Caminho)
Kátia Ferreira Medeiros (Coligação Novo Caminho)
Lúcio Pereira da Silva (Coligação Novo Caminho)
Luiz André Roriz Solano (PRTB)
Luiz Henrique Fonseca Teixeira (Coligação Frente Trabalhista Democrata)
Luzia de Lourdes Moreira de Paula (PHS/PPS)
Márcio Valério Mendonça Tomaz (Coligação Novo Caminho)
Marco Antônio dos Santos Lima (Coligação Novo Caminho)
Maria do Rosário Lopes Melo (PSol)
Osmaldo de Souza Ferreira (Coligação Novo Caminho)
Paulo Henrique Abreu de Oliveira (Coligação Novo Caminho)
Pedro Marcos Dias (Coligação Novo Caminho)
Ricardo Hernane Pires (Coligação Novo Caminho)
Rui Antonio de Araújo Lima (PSol)
Tiago Mendes (Coligação Novo Caminho)
Wilma Magalhães (Coligação Novo Caminho)
Wilson Lima (PR)

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Correio Braziliense

Marina Silva protesta contra polarização na campanha

19 de julho de 2010

Estadão

MALU DELGADO – Agência Estado

A candidata do PV à Presidência da República, senadora Marina Silva, protestou mais uma vez neste domingo contra a polarização na campanha presidencial e contra o “festival de baixarias” promovido pelas campanhas de seus adversários do PT e do PSDB. Em tom de ironia, criticou o deputado federal Indio da Costa (DEM-RJ), candidato a vice na chapa de José Serra (PSDB). “Aprendi com os índios na Amazônia que é muito importante estar bem preparado politicamente, tecnicamente e inclusive emocionalmente para pretender o lugar de cacique. Acho que talvez o deputado Índio não esteja suficientemente preparado para ser cacique do Brasil”, afirmou, sobre entrevista de Índio da Costa em que ele dizia que são claras as ligações do PT com as Farc e o narcotráfico.

“Não vamos entrar neste festival de baixaria em hipótese alguma. Antes parecia que era um plebiscito de currículos. Agora, querem fazer o plebiscito entre quem faz mais baixarias. Isso não é bom para o Brasil”, afirmou a senadora, que visitou hoje, em São Paulo, o 13º Festival do Japão. O evento atraiu, no final de semana, cerca de 160 mil pessoas. Marina Silva disse que tem respeito pelo PT – partido que integrou por quase 30 anos – e pelo PSDB e que acusações como as feitas por Índio da Costa “não são boas para a democracia”. O deputado do DEM deu as declarações em entrevista ao site Mobiliza, criado pelo PSDB para fomentar debates em redes sociais. Hoje, o vídeo da entrevista não constava mais na lista de entrevistas do site tucano.

Marina também alfinetou Dilma Rousseff, que sinalizou descontentamento com o Ministério Público Eleitoral ao dizer que a justiça não pode ter dois pesos e duas medidas. “Se estivermos observando a lei, com certeza vamos reclamar menos da Justiça”, disse ela. Segundo Marina, “a Justiça Eleitoral tem que garantir que o processo seja equilibrado e democrático, e isso é válido para o governo federal e também para o do Estado de São Paulo”. A seu ver, os limites da lei foram extrapolados tanto pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva como pelo governador Alberto Goldman, cada um elogiando seu candidato em eventos oficiais.

Rouca, mas descontraída, e vestida com uma espécie de bata japonesa, com rabo-de-cavalo, Marina foi a única presidenciável a visitar o tradicional festival que reúne imigrantes em São Paulo, sendo reconhecida por várias pessoas. Segundo o presidente da Federação das Associações de Províncias do Japão no Brasil, Akeo Yogui, todos os presidenciáveis foram convidados. De acordo com a assessoria de imprensa do evento, José Serra havia cogitado passar no local sábado à noite, mas desmarcou.

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Estadão

PT avalia processar candidato a vice de Serra

19 de julho de 2010

Estadão

Índio da Costa (DEM) ligou PT à guerrilha colombiana e chamou Dilma de ‘esfinge do pau oco’

Felipe Recondo, da Agência Estado

BRASÍLIA – A cúpula do PT reúne-se na segunda-feira, 19, para avaliar a possibilidade de processar o candidato a vice-presidente na chapa de José Serra (PSDB), Índio da Costa (DEM). Em entrevista concedida ao portal que integra a campanha tucana, ele ligou o PT às Forças Revolucionárias Armadas da Colômbia (Farc), ao narcotráfico e chamou a candidata do PT, Dilma Rousseff, de ateia e “esfinge do pau oco”.

Veja também:
TSE multa Índio da Costa por pedir votos

Todo mundo sabe que o PT é ligado às Farc, ligado ao narcotráfico, ligado ao que há de pior. Não tenho dúvida nenhuma disso”, afirmou. Depois, respondendo a uma provocação feita por Dilma em comício no Rio de Janeiro de que seu vice, Michel Temer (PMDB), não foi improvisado, chamou a candidata petista de ateia e “esfinge do pau oco”.

Pela internet, o presidente do PT, José Eduardo Dutra, reagiu às declarações de Indio da Costa. “Esse Indio desqualificado quer ser processado. O problema é que ele não vale o custo do papel necessário para a petição”, afirmou Dutra.

No final da tarde de hoje, o presidente do PT informou que vai se reunir com o secretário geral do partido, José Eduardo Cardozo, para discutir o assunto. E adotou a ironia para tratar do caso: “Amanhã, eu e o Cardozo vamos discutir a questão do Indio. Adianto, que não concordo em chamar o General Custer”. O secretário nacional de Comunicação do PT, deputado André Vargas (RS), também ironizou: “O Indio do Serra deveria continuar mostrando como conhece a política nacional. É o vice dos nossos sonhos. Tá ajudando muito mesmo”.

Mesmo aliados da campanha do PSDB admitem que Índio da Costa errou nos ataques feitos ao PT e à Dilma. O presidente do PSDB, Sérgio Guerra, preferiu se esquivar do assunto. Disse que preferia se manifestar depois de conversar com o vice de Serra. “Já ouvi falar muitas vezes de ligação do PT com as Farc, mas não tenho elementos para dizer que há ligações do partido com as Farc”, afirmou.

Apesar disso, o líder do DEM na Câmara, deputado Paulo Bornhausen (SC), saiu em defesa do companheiro de partido. “O vice Indio falou o que todos já sabem. O PT tem ligações umbilicais com as Farc, que, por sua vez, vive do narcotráfico. O que falta é a Justiça agir!”, postou o deputado no seu twitter.

Essa notícia foi publicada no seguinte  veículo de comunicação:

Estadão

Artimanhas para encher os cofres

19 de julho de 2010

Correio Braziliense 

Equipes de Serra, Dilma e Marina privilegiam nichos diferenciados do empresariado a fim de conquistar os recursos necessários para financiar as campanhas dos presidenciáveis 

Ivan Iunes

Os três principais candidatos à Presidência da República deram início oficial a uma corrida paralela durante a semana: a busca por doações de campanha. Para traduzir as simpatias do empresariado em cifras, Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV) mapearam os setores mais propícios a abrir o cofre e elaboraram estratégias diferenciadas. Embora cada um priorize seduzir uma parcela específica do empresariado, nenhum deles dispensará os doadores tradicionais, como as empreiteiras. Prestes a despejarem milhões na corrida oficial ao Planalto, os partidos ainda mantêm turvos os gastos da pré-campanha. Apenas Marina aceitou revelar quanto custou o período “informal” em busca dos votos: R$ 6 milhões.

O prazo para registro dos comitês financeiros de campanha termina amanhã, mas os setores já foram constituídos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). As legendas trouxeram como responsáveis Rubens Novelli, pela campanha de Marina; José Eduardo Dutra, pela de Dilma; e José Gregori, pela de Serra. Caberá a eles coordenar a arrecadação e a prestação de contas das três candidaturas. Para fisgar possíveis doadores, contudo, os nomes escalados são outros. Ex-diretor do banco Itaú, o economista Sérgio Freitas recebeu a incumbência do próprio candidato tucano, de quem é amigo de longa data. No caso dos petistas, a tarefa será dividida entre o coordenador da campanha presidencial, Antônio Palocci, e o tesoureiro, José de Fillipi. A candidata verde é quem formou o time mais numeroso. Atuam junto ao empresariado o coordenador da campanha, João Paulo Capobianco, o vice, Guilherme Leal e o colaborador Álvaro de Souza. Cada núcleo de arrecadação trabalha com um perfil mapeado de potenciais doadores.

A campanha de Dilma Rousseff acredita que os setores mais propícios a descarregar recursos na candidatura são os das indústrias naval, de infraestrutura, de tecnologia da informação e as ligadas à produção do etanol. De acordo com o presidente do PT, José Eduardo Dutra, o comitê espera ainda receber doações de pessoas físicas, por cartão de crédito. “As doações ainda são pequenas, estamos nos estruturando. O que percebemos até aqui é que o volume de doações para os partidos será maior do que aos candidatos. A responsabilidade por dividir os recursos entre as candidaturas deve ficar a cargo do próprio partido”, afirma.

Segundo Dutra, essa tendência reside no fato de as empresas estarem evitando a tradicional via crúcis de candidatos com pires à mão. Doando para o partido, essa distribuição passa a ser responsabilidade da legenda. Até o pleito de 2006, a prática também facilitava a defesa de matérias de interesse dos doadores por deputados ou senadores, o chamado lobby, já que não havia como provar a ligação de uma empresa com um candidato específico. Naquele ano, as doações para o PT, que acabaram repassadas para as eleições estaduais e do Distrito Federal, atingiram R$ 76,7 milhões, quase o mesmo volume recebido pela campanha à reeleição do presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, que foi de R$ 81 milhões. Para este ano, as normas impostas pelo TSE exigem que as legendas discriminem a origem do dinheiro recebido e como e por qual candidato ele foi usado.

Berço

Se os arrecadadores de Dilma miram os setores ligados às indústrias que mais cresceram no governo Lula, o foco principal da campanha de Serra são as instituições financeiras, berço do arrecadador informal, Sérgio Freitas. “O Sérgio tem grande autoridade, tradição e respeito na área financeira”, explica Gregori. O comitê financeiro da campanha tucana ainda faz os últimos ajustes, principalmente a prestação de contas, para começar a trabalhar em todos os setores. “Estamos colocando essa estrutura de pé para que não saia nenhum tostão sem a devida documentação. O desafio que se tem é montar essa máquina de maneira que todos os pagamentos sejam justificados e os recibos de contribuição, também. A tendência é que a auditoria das prestações de contas seja mais dura nessas eleições”, revela Gregori.

Rede

A equipe de arrecadação de Marina Silva tem a lupa focada sobre o chamado empresariado verde que, naturalmente, teria maior simpatia por uma campanha pautada na sustentabilidade. Além disso, o PV entende que tem o maior potencial de doação na internet, já que reúne um eleitorado de classe média e alta, em geral. “Nós temos um nicho mais vocacionado de doadores, que são os empresários com visão mais próxima às nossas teses, que dão valor à questão ambiental. Fora eles, esperamos arrecadar das instituições e empreiteiras que, tradicionalmente, contribuem com todas as candidaturas, além das pessoas pela internet, que podem ser nosso diferencial”, aposta Capobianco.

Essa notícia foi publicada no seguiunte veículo de comunicação:

Correio Braziliense 

Massa de ar polar chega ao Brasil e promete tempo frio para o Centro-Oeste e outras regiões

19 de julho de 2010

Correio Braziliense 

Agência Brasil

A massa de ar polar que atingiu o país na última semana e fez os termômetros chegarem a 0 grau Celsius (ºC) no Sul do país deve se deslocar para o oceano na próxima quarta-feira (21), aliviando ligeiramente o frio que tomou conta de praticamente 80% do território. Mas, para algumas regiões, o deslocamento da massa de ar não significará o fim das temperaturas baixas já que, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), uma nova frente fria vai chegar ao Brasil perto do próximo fim de semana.

De acordo com o Inmet, a nova massa de ar polar começa a se deslocar da Argentina em direção ao Brasil na quinta-feira (22). “Sai uma frente fria e entra outra. Não terá a mesma intensidade [a próxima massa de ar polar], mas, como vai encontrar ambiente favorável, como o ar seco, as temperaturas continuarão baixas”, explicou hoje (18) o meteorologista do Inmet, Manoel Rangel.

A nova frente fria passará, principalmente, sobre as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, diferentemente da atual, que teve influência em quase todo o território, segundo Rangel. O Norte do país, que tem registrado temperaturas em torno de 10°C, nos últimos dias, deve voltar ao calor típico da Região Amazônica, com máximas de 37°C. Mesmo assim, as temperaturas mínimas podem ser menores, chegando a 14°.

No Sul, o Inmet prevê temperaturas mínimas entre 0ºC e 5°C ao longo da semana. No Centro-Oeste, os dias mais frios também registrarão temperaturas baixas, de até 6°C, mas a máxima na região pode chegar a 35°C.

Para o Nordeste, a previsão ao longo da semana é de que as temperaturas variem entre 13°C e 37°C. Na Região Sudeste, a semana começa com temperatura estável, com mínima de 7°C e deve esfriar na quarta-feira (21), chegando à mínima de 5°.