Posts de 7 de julho de 2010

Mesa Diretora da Câmara confirma: distritais trabalharão um dia da semana na campanha

7 de julho de 2010

Correio Braziliense 

Luísa Medeiros

Foi confirmada, em reunião da Mesa Diretora da Câmara Legislativa do Distrito Federal, na manhã desta quarta-feira (7/7), o expediente reduzido dos deputados distritais durante o período de campanha eleitoral. Como previsto, após o retorno do recesso, em 2 de agosto, até as eleições, em outubro, os parlamentares trabalharão apenas um dia por semana.

Os parlamentares concentrarão esforços para votar projetos apenas nas terças-feiras, em horário normal, com sessões iniciadas às 15h. Somente em caso de extrema necessidade o horário poderá ser ampliado para votações às quartas e quintas-feiras.

Também durante o encontro desta quarta, o segundo suplente do ex-deputado Pedro Passos, que renunciou ao cargo para evitar cassação, Wigberto Tartuce (PMDB), assinou o documento em que toma posse no lugar dela. A oficialização deve ser publicada no Diário da Câmara Legislativa (DCL) de quinta-feira (8/7). A primeira suplente era Eurides Brito, que foi cassada por quebra de decoro.

Compareceram à reunião o presidente da Mesa Diretora, Wilson Lima (PR), e os primeiro e terceiro secretários, Batista das Cooperativa (PRP) e Milton Barbosa (PSDB), respectivamente. Cabo Patrício (PT), vice-presidente da Mesa, e Raimundo Ribeiro (PSDB), segundo secretário não foram ao encontro.

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Correio Braziliense 

Dilma está tendo performance extraordinária, diz Lula

7 de julho de 2010

Último Segundo

O presidente disse que Dilma não precisará muito dele, pois está tendo uma performance acima da expectativa pelo tempo de campanha

Agência Estado

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse hoje que a sua candidata à sucessão, Dilma Rousseff (PT), amadureceu e está tendo uma performance “extraordinária”. “Há quatro meses, eu disse que, se a minha candidata tivesse dificuldades, eu faria um esforço maior. Não é o que está acontecendo”.

Em entrevista concedida na capital da Tanzânia, na África, ele disse que Dilma não precisará muito dele. “Qualquer entendedor de política sabe que ela está tendo uma performance acima da expectativa pelo tempo de campanha”, disse. “Portanto, acho que ela vai precisar menos de mim”.

Lula voltou a negar que tenha pensado, meses atrás, em se licenciar do cargo para participar da campanha de Dilma. “Acho que não era possível. Se um dia eu tivesse pensado em me afastar da Presidência para fazer campanha, eu me afastaria para ser candidato a alguma coisa”, disse. “Seria leviandade achar que a gente abdicaria de um dia do mandato de presidente para se dedicar a alguma coisa inferior”.

De acordo com a última pesquisa Ibope, divulgada no final de semana, o tucano José Serra voltou a crescer nas intenções de voto e apareceu empatado na corrida presidencial com a petista Dilma Rousseff. Os dois candidatos têm 39% das intenções de voto, segundo a pesquisa. O levantamento também aponta empate entre os dois na simulação de segundo turno, quando Serra e Dilma aparecem com 43% das intenções de voto.

Hoje, ao chegar à Tanzânia, Lula foi recepcionado pelo presidente Jakaya Kikiwete e por grupos de danças nativas no aeroporto da capital. Lula foi surpreendido por um dos dançarinos que fez uma performance com uma cobra. Durante a apresentação, o dançarino colocou a cobra dentro da própria calça, levando Lula a rir.

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Último Segundo

Dilma propõe adoção de modelo desenvolvimentista amparado no crescimento acelerado

7 de julho de 2010

Correio Braziliense

Agência Brasil

O programa de governo da candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, prevê a formulação de um projeto nacional de desenvolvimento baseado na distribuição de renda e nos incentivos aos investimentos públicos e privados. A petista propõe a adoção de um modelo desenvolvimentista amparado no crescimento acelerado.

O plano de governo da candidata petista, intitulado A Grande Transformação, foi protocolado ontem (6) no TSE. A plataforma de Dilma é composta por 16 pontos principais e 79 tópicos que abordam assuntos como os investimentos em educação e saúde, incentivos ao setor agrícola, desenvolvimento da economia e de áreas como infraestrutura e segurança pública.

Segundo o documento, a herança a ser transmitida ao próximo governo será “bendita”, pois o PT afirma que a economia brasileira voltou a crescer após duas décadas de estagnação ou avanços “medíocres”. “Essa herança oferece as bases para a formulação das propostas do Programa de Governo 2010. O Brasil deixou de ser o eterno país do futuro. O futuro chegou”, afirma o texto.

Um eventual governo de Dilma pretende elevar as taxas de crescimento com a conclusão das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). “O PAC-1 e o que estará no PAC-2 acentuarão a competitividade da economia brasileira, mas, sobretudo, propiciarão consideráveis melhorias das condições de vida dos brasileiros”.

Além disso, há propostas para aprofundar as políticas de crédito para o setor produtivo por parte do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal. “Os bancos devem orientar-se para a produção e o consumo, a custos cada vez menores, de modo a promover o emprego e a renda em um quadro de estabilidade monetária”, destaca o texto.

A candidata petista também destaca uma possível reforma tributária no país. “Priorizar uma reforma tributária para o aumento da competitividade das nossas empresas. Essa reforma deverá simplificar os tributos, desonerar a folha de salários e acabar com toda e qualquer tributação sobre o investimento”.

Na área social, Dilma promete criar uma política de valorização do salário mínimo, aprimorar os programas de transferência de renda, como o Bolsa Família, e fortalecer a agricultura familiar. A candidata petista também prometeu investir na criação de políticas específicas para as mulheres. “As políticas devem também contribuir por desconstruir a cultura machista e patriarcal, que aprofundam a desigualdade e exclusão social das mulheres”.

O plano de governo também faz referência a área de ciência e tecnologia. A petista destaca a ampliação da inclusão digital, com banda larga acessível à população e com a “construção de mecanismos para que os investimentos estrangeiros sejam vinculados à efetiva e inovadora transferência de tecnologia e possam promover a atração de centros internacionais de pesquisa e desenvolvimento para o Brasil”.

A candidata também propôs a continuação das ações de investimento na política externa do país, pois, segundo o plano de governo, “foram esses princípios, somados ao correto enfrentamento das questões nacionais, que deram ao Brasil um lugar de grande relevância no atual cenário internacional”.

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Correio Braziliense

Após duas horas de apagão, eletricidade volta a ser estabelecida no AC e RO

7 de julho de 2010

Folha.com

FREUD ANTUNES – COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, DE RIO BRANCO

O apagão que atingiu os Estados de Rondônia e do Acre nesta terça-feira terminou, e a energia já está sendo restabelecida aos poucos. Segundo a assessoria da Eletrobrás Acre, 80% dos estabelecimentos já têm eletricidade.

A assessoria disse ainda não saber a causa do apagão e informou que terá mais informações sobre o assunto nesta quarta-feira, mas suspeita-se de falha na subestação de Pimenta Bueno (521 km de Porto Velho).

O sistema de distribuição de energia energia elétrica do Acre é conectado diretamente à rede de Rondônia, por isso o Estado também ficou sem luz.

HISTÓRICO DE APAGÕES

No último domingo (2), a Eletrobrás e a Eletronorte planejaram obras de manutenção na subestação de Abunã (RO). A interrupção no fornecimento de energia deveria durar das 5h30 às 8h30, mas a operação saiu do controle. Somente às 10h o abastecimento foi restabelecido.

Devido à pane, serviços de telefonia e internet ficaram fora do ar no Acre até 18h de domingo. No fim do ano passado, o Ministério Público Federal entrou com uma ação civil pública contra a Eletrobrás e a Eletronorte devido a apagões no Estado.

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Folha.com

Partidos pressionam TSE contra decisão que limitou participação de candidatos

7 de julho de 2010

Folha.com

FELIPE SELIGMAN – DE BRASÍLIA

Lideres partidários foram ao TSE nesta terça-feira para pressionar o presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Ricardo Lewandowski, a mudar recente entendimento do tribunal que limitou a participação de candidatos a presidência da República e o próprio presidente Lula em programas de rádio e TV regionais.

O TSE chegou a dizer que se dois partidos políticos estão coligados regionalmente, mas são rivais nacionalmente, os candidatos à presidência não poderiam participar dos programas regionais.

É o caso, por exemplo, de Fernando Gabeira (PV), candidato ao governo do Rio, que tem o PSDB como aliado. Em nível nacional, porém, os partidos tem Marina Silva e José Serra como candidatos, respectivamente. Pelo entendimento inicial do TSE, eles não poderiam apoiar Gabeira em rádio e TV.

Dois dias depois do entendimento, porém, ao analisar um caso semelhante, Lewandowski pediu vista, dizendo que o tema precisaria de uma “segunda reflexão”.

O tema voltará à pauta do tribunal no início de agosto.

Estiveram presentes no TSE os deputados Cândido Vaccarezza (PT-SP), Fernando Ferro (PT-PE), Sandro Mabel (PR-GO) e Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), entre outros.

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Folha.com